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O ESPIRITISMO NA SUA EXPRESSÃO MAIS SIMPLES
 
O suíço Johan H Pestalozzi foi o grande pioneiro da moderna pedagogia. No célebre Instituto de Yverdon, na suíça, o mestre Pestalozzi lançou as bases para a reforma de toda a ciência do ensino.
 
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E dentre os seus mais eminentes discípulos destacou-se um moço, destinado a ser o Codificador do Espiritismo com o pseudônimo Allan Kardec, o jovem Hippolyte Léon Denizard Rivail, que Pestalozzi estimava como a um filho, e em quem reconhecia uma inteligência fora do comum, ao ponto de delegar ao adolescente Rivail, quando dos seus 14 anos, a responsabilidade substitui-lo na condução dos cursos, por ocasião das suas viagens.
 
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Pois foi sob a influência do Mestre Pestalozzi que o professor Rivail transformou-se num dos mais notáveis pedagogos, linguista e cientista da história da França, publicando mais de 20 livros didáticos, versando sobre educação e ciências, além de célebres traduções, livros esses que em sua maioria foram premiados pelas principais sociedades de ciências da sua época, sendo alguns editados até a atualidade.
 
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O professor Rivail, adotando o pseudônimo Allan Kardec, publicou "O Livro dos Espíritos" em 1857. OLE é primeira obra espírita, marco inicial do espiritismo. Ele é o alicerce, e ao mesmo tempo toda a estrutural geral do edifício da doutrina espírita.
 
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O Livro dos Espíritos se inicia com a introdução, e o prolegômenos (texto preliminar), onde o Codificador resumiu os princípios fundamentais do espiritismo. Com essa introdução e o prolegômenos, Allan Kardec colocou o espiritismo na vanguarda de uma disciplina considerada hoje indispensável em todas as escolas de estudos superiores, de Ciência, Filosofia, Artes e Técnicas: a disciplina dos estudos introdutórios.
 
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A obra de Allan Kardec “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples”, é uma obra classificada como introdutória, que faz o desdobramento, e o aprofundamento, da introdução e do prolegômenos de OLE, juntamente com outros opúsculos, como o livro “O que é o espiritismo”. Os estudantes conscienciosos da Doutrina compreendem a atualidade permanente das obras Kardecianas, incluindo as de iniciação ao espiritismo. Eles são os livros de eleição para os que desejam começar seus estudos
 
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O livreto “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples” oferece aos interessados na doutrina espírita um roteiro bem resumido e de compreensão imediata, com explicações rápidas, colocando os princípios espíritas ao alcance daqueles que possuem dificuldades em ler, entender e interpretar textos. Trata-se, portanto, de um livreto de valor inestimável para os países com altos níveis de analfabetismo funcional. É, também, uma obra de fácil compreensão pelas crianças.

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Mas que ninguém se iluda, pois mesmo espíritas tarimbados terão muito que aprender com “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples”, pois o livro oferece, aos mais estudiosos espíritas, a possibilidade de reavivar a memória, reajustar a visão global de temas, e não raro, chamar a atenção para certas questões que escaparam a uma apreciação apurada das obras fundamentais do Pentateuco Kardeciano.
 
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Reiteramos que “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples” é um livro pequeno em tamanho, mas de uma elevada importância, sobretudo por colocar o espiritismo ao alcance de todos os graus de inteligência, e tão grande é o seu valor que o próprio Allan Kardec rogou para a obra o zelo de todos dos verdadeiros espíritas, para que ajudassem na sua propagação.
 
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Em decorrência disso, atendamos ao pedido do Codificador, contribuindo na divulgação das obras introdutórias. Façamos de “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples”, “O que é o espiritismo” e “Instruções Práticas Sobre as Manifestações Espíritas” os livros de escolha para os Estudos Sistematizados da Doutrina, em nossas Casas Espíritas. 

Estudando as Obras Kardecianas, usando as próprias Obras Kardecianas


Gostaria de compartilhar com vocês um excelente trabalho, desenvolvido pelo IPEAK: o ROTEIRO DE ESTUDOS DAS OBRAS KARDECIANAS.

Ele usa “Kardec” para estudar o próprio “Kardec”, colocando os “Textos Relacionados” ao item no final da janela.

Você deve clicar em “ver bibliografia”.


"O Livro dos Espíritos" é a pedra fundamental ou o marco inicial do espiritismo. Entretanto, ele não só é o alicerce do edifício da doutrina espírita, mas também é o seu próprio delineamento, o seu núcleo central e ao mesmo tempo as vigas de sustentação, os pilares, as lajes, o arcabouço, enfim, toda a estrutura geral de todo o edifício da doutrina.

Os demais livros da Revelação Espírita partem do seu conteúdo. Temas aflorados nas perguntas de "O Livro dos Espíritos" vão ser desenvolvidos totalmente nas outras obras Kardecianas, portanto, o legado de Allan Kardec se apresenta como um todo, homogêneo, consequente, inter-relacionado, interconectado e interdependente.

Conforme a orientação do próprio Codificador, a coleção dos doze anos da Revista Espírita deve ser encarada como a verdadeira obra complementar, ou subsidiária, do espiritismo, e estudada como tal, paralelamente às Obras Fundamentais.

Vale ainda relembrar o valor permanente das obras introdutórias, ou de iniciação, do Espiritismo, a saber: “O que é o espiritismo”, “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples” e “Instruções Práticas Sobre as Manifestações Espíritas”, livros que desdobram a introdução e prolegômenos de OLE.

No livro “Viagens Espíritas em 1862”, Allan Kardec oferece as mais lúcidas diretrizes para o fortalecimento dos grupos espíritas, e as mais luminosas e seguras orientações ao Movimento Espírita, para a organização, a administração e a liderança das instituições espíritas.

A proposta do “ROTEIRO DE ESTUDOS DO IPEAK” vem justamente ao encontro desse entendimento: estudar “Kardec” usando o próprio “Kardec”.

Forte abraço, Fabiano.


 

Natal

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Artigo: AUTOPROMOÇÃO


AUTOPROMOÇÃO
 
Autor Fabiano Pereira Nunes
Artigo publicado na REVISTA CULTURA ESPÍRTA, do Instituto de Cultura Espírita do Brasil, ICEB, ano IV, n 45, dezembro/2012.
 
Define-se autopromoção como a prática de alardear os próprios atos, atributos ou méritos(1).
 
Consequência natural do anseio pelo reconhecimento notório, quando é vivenciada de forma equilibrada pode lograr justos benefícios nas esferas pessoal e profissional, conquanto, quando desmedida, também pode levar a resultados muito perturbadores.
 
E diante do desafio de se obter o salutar equilíbrio entre não ufanar-se dos próprios atributos e labutar por um justo prestígio, nunca será demais recordar que temos em Jesus o tipo da perfeição moral a que a humanidade pode pretender na Terra(2).
 
Na narração contida em O Evangelho Segundo Mateus(3) encontraremos singular reflexão, à propósito da passagem sobre a profissão de fé e primado de Pedro(3).
 
Chegando Jesus ao território de Cesaréia de Filipe, perguntou aos discípulos quem dizem os homens ser o Filho do Homem, e eles responderam que uns afirmavam que o Filho do Homem é João Batista, outros que é Elias, outros, ainda, que é Jeremias ou um dos profetas. Em vista disso, Jesus outra vez interrogou a eles: “e vós, quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro, respondeu-Lhe “Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo”, ao que Jesus obtemperou: “afortunado és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi carne ou sangue que te revelaram isso, e sim o meu Pai que está nos Céus. Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Comunidade, e as portas do Inferno nunca prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus e o que ligares na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus”.
 
Em seguida, Jesus - severamente - proibiu aos discípulos de propagarem que Ele é o Cristo.
 
Natural indagarmos por qual razão teria Jesus, com tanta contundência, coibido aos Seus discípulos divulgarem ser Ele o Cristo?
 
Insofismável, encontraremos a exegese mais lógica, racional e inspirada para todo nó interpretativo do Novo Testamento na vasta literatura publicada pelo Codificador do Espiritismo, Allan Kardec.
 
Conforme elucida insigne Exegeta de Lion(4), Jesus anelava que o povo descobrisse Sua condição Messiânica não pela propaganda daqueles que O seguiam, mas pela observação da sua vida e virtudes. Notaremos, claramente, tal intenção também na passagem em que João Batista Lhe envia seus discípulos, para perguntarem se Ele era o Cristo, ao que Jesus, de maneira surpreendente, não respondeu “Eu o sou”. Haja vista que qualquer falso-messias poderia dessa forma intitular-se, Ele não lhes fala nem de seus prodígios, nem de coisas extraordinárias, nada obstante, simplesmente respondeu: “Ide dizer a João: os cegos vêem, os doentes são curados, os surdos ouvem, e o Evangelho é anunciado aos pobres.” Allan Kardec prossegue esclarecendo que isto era o mesmo que lhes dizer “Reconhecei-me pelas minhas obras, julgai a árvore pelo fruto”, visto que esse era o verdadeiro caráter da sua missão divina.
 
Segundo o ensino do Codificador(5), O Cristo não somente ensinara a Lei de Deus, como também dera o exemplo da prática dessa Lei, através da sua caridade, sua mansuetude, sua humildade, e sua paciência ao sofrer, sem queixas, os tratamentos mais ignominiosos e as mais acerbas dores.
 
Interessante notar, igualmente, o atilamento da resposta dos Bons Espíritos, publicada na questão 625 de O Livro dos Espíritos(2), acerca de qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo: “voyez Jésus”, isto é, “vede Jesus”, “olhe Jesus”, ou ainda “observe Jesus”.
 
Historicamente, acredita-se que Jesus falava um dialeto semítico muito específico, o aramaico da Galileia(6). Além desse, ao Seu tempo o aramaico ainda possuiria sete subgrupos, como o aramaico samaritano e o aramaico da Judeia. Afora os dialetos de aramaico, o grego era usado extensivamente nos centros urbanos. O hebraico era a lingua culta das Sagradas Escrituras Judaicas, não falada usualmente. Poder-se-ia concluir, pois, que haveria uma grande dificuldade do povo, não Galileu, em entender o significado das exatas palavras de Jesus, devido ao regionalismo linguístico. Soma-se a isso o fato - bíblico - de enormes multidões estarem sempre junto Dele, o que tornaria muito dificultoso ouvir Suas pregações.
 
Por conseguinte, toda a Sua doutrina foi apreendida pelo povo vendo-O em ação, pela observação direta de Sua vida - reta e feliz, a despeito de todas as vicissitudes - plena em caridade irrestrita, abastada em amizades, usufruindo a prazer de bem viver os valores morais e espirituais.
 
Não nos preocupemos, porquanto, em ter reconhecidos e divulgados nossos méritos. Resistamos à ânsia pelos confetes mundanos. Se esses méritos – de fato – existirem o tempo se encarregará de adequar-nos o justo valor. Vivamos em prol das conquistas morais, cujo reconhecimento só ocorrerá de nós para conosco e para com Deus, sempre convictos de que somente o desenvolvimento moral pode transformar, para melhor, todos os setores da nossa vida.
 
 
 
Referências bibliograficas:
 
1.      HOUAISS, Antonio; Dicionário Eletrônico Houaiss da Língua Portuguesa, versão 1.0. Editora Objetiva Ltda. 2009.
 
2.      KARDEC, Allan. Le Livre Des Esprits. Quatorzième Édition. Didier Et Cie Libraires-Éditeurs, Paris: 1866. Q.625. p. 268. As primeiras edições francesas de O Livro dos Espíritos, assim como as demais obras de Allan Kardec, podem ser lidas no site “Google Livros”, através da URL http://books.google.com.br/books?id=XC44AAAAMAAJ&dq=le%20livre%20des%20esprits&hl=pt-br&pg=PP7#v=onepage&q&f=false
 
3.      BÍBLIA. Português. Bíblia de Jerusalém. Nova edição rev. e ampl. São Paulo: Paulus, 2002. 3 a. Impressão: 2004. O Evangelho Segundo Mateus, cap. 16, versículos 13 ao 20. p. 1733-4.
 
4.      KARDEC, Allan. A Gênese. Os Milagres e As Predições Segundo o Espiritismo. Tradução de Albertina Escudeiro Sêco. 2. Ed., Rio de Janeiro, Leon Denis Gráfica e Editora: 2007. Cap. XV. Item 27. p. 349.
 
5.      KARDEC, Allan. A Gênese. Os Milagres e As Predições Segundo o Espiritismo. Tradução de Albertina Escudeiro Sêco. 2. Ed., Rio de Janeiro, Leon Denis Gráfica e Editora: 2007. Cap. XI. Item 46. p. 254-5.
 
6.      Aramaico. In: Wikipédia – A enciclopédia livre. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Aramaico#Dialetos_falados_na_.C3.A9poca_de_Jesus . Acesso em outubro de 2012.

Lucas 4: 25 - 26 (Programa de 12 de dezembro de 2012)

 
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BÍBLIA. Português. Bíblia de Jerusalém. Nova edição rev. e ampl. São Paulo: Paulus, 2002. 3 a. Impressão: 2004. O Evangelho Segundo Lucas 4:14-30 p. 1794-5
 
JESUS INAUGURA SUA PREGAÇÃO - JESUS EM NAZARA
 
PASSAGENS PARALELAS ENCONTRADAS EM MARCOS 6, 1-6 E MATEUS 13, 58-8.23
 
Lucas 4: 25 De fato, eu vos digo que havia em Israel muitas viúvas nos dias de Elias, quando por três anos e seis meses o céu permaneceu fechado e uma grande fome devastou toda a região;
 
Jesus se refere a seguinte passagem bíblica:
 
# A ressurreição do filho da viúva17Depois disso, aconteceu que o filho dessa mulher, dona da casa, adoeceu e seu mal foi tão grave que ele veio a falecer. 18Então ela disse a Elias: "Que há entre mim e ti, homem de Deus? Vieste à minha casa para reavivar a lembrança de minhas faltas e causar a morte do meu filho!" 19Ele respondeu: "Dá-me teu filho." Tomando-o dos braços dela, levou-o ao quarto de cima onde morava e colocou-o sobre seu leito. 20Depois clamou a Iahweh, dizendo: "Iahweh, meu Deus, até a viúva que me hospeda queres afligir, fazendo seu filho morrer?" 21Estendeu-se por três vezes sobre o menino e invocou Iahweh: "Iahweh, meu Deus, eu te peço, faze voltar a ele a alma deste menino!" 22Iahweh atendeu à súplica de Elias e a alma do menino voltou a ele e ele reviveu. 23Elias tomou o menino, desceu-o do quarto de cima para dentro da casa e entregou-o à sua mãe, dizendo: "Olha, teu filho está vivo." 24A mulher respondeu a Elias: "Agora sei que és um homem de Deus e que Iahweh fala verdadeiramente por tua boca!"
 
# A ressurreição do filho da viúva17Depois disso, aconteceu que o filho dessa mulher, dona da casa, adoeceu e seu mal foi tão grave que ele veio a falecer. 18Então ela disse a Elias: "Que há entre mim e ti, homem de Deus? Vieste à minha casa para reavivar a lembrança de minhas faltas e causar a morte do meu filho!" 19Ele respondeu: "Dá-me teu filho." Tomando-o dos braços dela, levou-o ao quarto de cima onde morava e colocou-o sobre seu leito. 20Depois clamou a Iahweh, dizendo: "Iahweh, meu Deus, até a viúva que me hospeda queres afligir, fazendo seu filho morrer?" 21Estendeu-se por três vezes sobre o menino e invocou Iahweh: "Iahweh, meu Deus, eu te peço, faze voltar a ele a alma deste menino!" 22Iahweh atendeu à súplica de Elias e a alma do menino voltou a ele e ele reviveu. 23Elias tomou o menino, desceu-o do quarto de cima para dentro da casa e entregou-o à sua mãe, dizendo: "Olha, teu filho está vivo." 24A mulher respondeu a Elias: "Agora sei que és um homem de Deus e que Iahweh fala verdadeiramente por tua boca!"
 
# Portanto, o grande profeta Elias foi usado como instrumento de Iahweh não para socorrer um israelita, mas sim uma mulher, gentia, natural de Sarepta na Síria. E paradoxalmente, os filhos de Israel ainda não haviam sido bafejados pelo socorro de  Iahweh.

O Profeta Elias


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BÍBLIA. Português. Bíblia de Jerusalém. Nova edição rev. e ampl. São Paulo: Paulus, 2002. 3 a. Impressão: 2004. O Evangelho Segundo Lucas 4:14-30 p. 1794-5
 
JESUS INAUGURA SUA PREGAÇÃO - JESUS EM NAZARA
 
PASSAGENS PARALELAS ENCONTRADAS EM MARCOS 6, 1-6 E MATEUS 13, 58-8.23
 
Lucas 4: 25 De fato, eu vos digo que havia em Israel muitas viúvas nos dias de Elias, quando por três anos e seis meses o céu permaneceu fechado e uma grande fome devastou toda a região;
 
>> Ao tempo de Elias, houve grande seca em Israel, e a fome assolou o povo israelita.
 
Lucas 4: 26 Elias, no entanto, não foi enviado a nenhuma delas, exceto a uma viúva, em Sarepta, na região de Sidônia.
 
>> Sobre o Elias , grande profeta hebreu, considerado um dos maiores heróis da civilização judaica. Referencias no Antigo Testamento –  Primeiro Reis 17 -19 e 21 e Segundo Reis 1 e 2
 
ACABE: Sétimo rei de Israel, que reinou 22 anos (874-853 a.C.), depois de Onri, seu pai.
 
JEZEBEL: mulher de Acabe, Filha de Etbaal, rei de Sidom, levou o povo a adorar ídolos, e instituiu o culto ao deus baal.
 
BAAL: O principal deus da fertilidade em Canaã. O culto a Baal foi uma das piores tentações dos israelitas, desde os tempos antigos (Jz 2.13; 1Rs 16.31-32). Dessa palavra se derivou o termo “belzebu”.
 
>> Iahweh mandou o profeta Elias falar contra Acabe e Jezebel(1Rs 16.28 — 22.40).
 
PRIMEIRO REIS – cap. 18 Bíblia de Jerusalém, pág. 498.
 
35A água se espalhou em torno do altar e inclusive o rego ficou cheio d'água." 36Na hora em que se apresenta a oferenda, Elias, o profeta, aproximou-se e disse: "Iahweh, Deus de Abraão, de Isaac e de Israel, saiba-se hoje que tu és Deus em Israel, que sou teu servo e que foi por ordem tua que fiz todas estas coisas. 37Responde-me, Iahweh, responde-me, para que este povo reconheça que és tu, Iahweh, o Deus, e que convertes os corações deles!"38Então caiu o fogo de Iahweh e consumiu o holocausto e a lenha, secando a água que estava no rego. 39Todo o povo o presenciou; prostrou-se com o rosto em terra, exclamando: "É Iahweh que é Deus! É Iahweh que é Deus!" 40Elias lhes disse: "Prendei os profetas de Baal; que nenhum deles escape!" e eles os prenderam. Elias fê-los descer para perto da torrente do Quison e lá os degolou.
 
>> Jesus se refere a seguinte passagem bíblica
 
PRIMEIRO REIS Cap. 17 Bíblia de Jerusalém, pág. 495-6.
 
Em Sarepta. O milagre da farinha e do óleo7Depois de certo tempo, a torrente secou, porque não chovia mais na terra. 8Então a palavra de Iahweh lhe foi dirigida nestes termos: 9"Levanta-te e vai a Sarepta, que pertence à Sidônia, e lá habitarás. Eis que ordenei lá, a uma viúva, que te dê o sustento." 10Ele se levantou e foi para Sarepta. Chegando à porta da cidade, eis que estava lá uma viúva apanhando lenha; chamou-a e disse: "Por favor, traze-me num vaso um pouco d'água para eu beber!" 11Quando ela já estava indo para buscar água, ele gritou-lhe: "Traze-me também um pedaço de pão na tua mão!" 12Respondeu ela: "Pela vida de Iahweh, teu Deus, não tenho pão cozido; tenho apenas um punhado de farinha numa vasilha e um pouco de azeite na jarra. Estou ajuntando uns gravetos, vou preparar esse resto para mim e meu filho; nós o comeremos e depois esperaremos a morte." 13Mas Elias lhe respondeu: "Não temas; vai e faze como disseste. Mas, primeiro, prepara-me com o que tens um pãozinho e traze- mo; depois o prepararás para ti e para teu filho. 14Pois assim fala Iahweh, Deus de Israel: A vasilha de farinha não se esvaziará e a jarra de azeite não acabará, até o dia em que Iahweh enviar a chuva sobre a face da terra." 15Ela partiu e fez como Elias disse e fizeram uma refeição ele, ela e seu filho: 16A vasilha de farinha não se esvaziou e a jarra de azeite não acabou, conforme a predição que Iahweh fizera por intermédio de Elias.
 
 

Revelações do Plano Espiritual

REVELAÇÕES DO PLANO ESPIRITUAL
(autor Fabiano Pereira Nunes)

Artigo publicado na REVISTA CULTURA ESPÍRITA, do Instituto de Cultura Espírita do Brasil, ano IV, numero 43, outubro de 2012, p. 15.

Desde as ancestrais civilizações, busca o homem nas revelações dos seres invisíveis respostas para as suas dúvidas e questionamentos. Remontando a mais recuada antiguidade encontraremos tais registros.

Já no Egito ancestral era vulgar a consulta aos mortos, por consequência, essa experiência fora aculturada pelos hebreus ainda no período de cativeiro no Egito, sob o nome de necromancia, sendo usada para a obtenção indiscriminada de conselhos e favores, razão pela qual fez Moisés absoluta proibição de se evocarem os mortos (Levítico 19:31), sob pena de morte (Levítico 20:6). Nada obstante essa proibição mosaica, muito conhecida é a passagem bíblica encontrada no primeiro livro de Samuel (I Samuel 28:3-25), na qual o Rei Hebreu Saul consulta uma necromante, a pitonisa da cidade de Endor, quando este deseja aconselhar-se com o espírito do ilustre Juiz de Israel, Samuel1.

Modernamente, em virtude da grande difusão do espiritismo2, revelam as pesquisas um crescimento do número de adeptos da doutrina espírita no Brasil. Diante desse cenário, a temática da consulta ao Plano Espiritual reveste-se de especial relevo. Elemento basilar da Doutrina, a comunicação com os homens e mulheres que já viveram na Terra é pratica ordinária que merece, pois, continuada reflexão crítica, no que diz respeito ao seu uso racional.

Observaremos, por exemplo, em vasta literatura mediúnica, uma verdadeira avalanche de revelações espirituais sobre as mais variadas questões científicas, de quase todas as áreas, sobretudo das ciências históricas e biomédicas. Pretendendo auxiliar no avanço do conhecimento, anelam proporcionar as peças que faltam para completar as pesquisas científicas. Diante desses fatos, faz-se justo e autêntico indagar: os espíritos podem fornecer aos homens revelações para suas pesquisas e descobertas científicas?

Como usual, será no tipo de perfeição moral oferecido por Jesus que a humanidade poderá encontrar o modelo de comportamento a ser imitado. Em conformidade com a narrativa encontrada em O Evangelho Segundo Marcos3, Jesus tomou consigo a Pedro, Tiago e João, e os levou, sozinhos, para um lugar retirado, sobre o alto de um monte, que dizem alguns exegetas seria o Monte Tabor. Ali Jesus ficara transfigurado diante deles. Suas vestes tornaram-se resplandecentes, e lhes apareceram Elias com Moisés, dialogando com Jesus. Ao descerem da montanha, ordenou-lhes Jesus que a ninguém contassem o que tinham visto, até que o Filho do Homem tivesse ressurgido, após a Sua morte física. Jesus pediu-lhes que silenciassem, não obstante soubesse – profundamente – que a divulgação daquele fenômeno atrairia inúmeros adeptos para a Causa. Poderia ter desvelado Sua inigualável qualidade fluídica, conquanto, usara mais um de seus silêncios homéricos como exemplificação aos que Lhe exigiam a revelação miraculosa da Sua condição Messiânica: os homens deveriam, por si mesmos, descobrir a verdade – Ele era O Cristo de Deus – pela simples observação direta de Suas atitudes, palavras, sentimentos e caridade.

Essa passagem evangélica oferece aos estudiosos do espiritismo ensejo para severas reflexões sobre as indagações que devem ser feitas aos médiuns/espíritos. E para balizar a interpretação correta e definitiva para essa questão, recorramos, sempre, ao fiel apóstolo de O Espírito de Verdade: Allan Kardec, o Codificador do Espiritismo. Nos seus quase trinta livros encontraremos as elucidações magistrais, como as seguintes diretrizes:

“A Ciência é obra do gênio; só deve ser adquirida pelo trabalho, pois é somente pelo trabalho que o homem se adianta no seu caminho. Que mérito teria, se apenas precisasse interrogar os Espíritos para saber tudo? A esse preço, qualquer imbecil poderia tornar-se sábio. O mesmo se dá com as invenções e descobertas da indústria”. [...][...] Deus disse ao homem: tirarás teu alimento da terra, com o suor de teu rosto; admirável figura que pinta a condição em que ele, aqui, se encontra; ele deve progredir em tudo, pelo esforço do trabalho; se lhe dessem as coisas inteiramente prontas, de que lhe serviria sua inteligência? Seria como o estudante, cujo dever, um outro fizesse.”4

Os espíritos não vêm para livrar o homem do trabalho, do estudo e das pesquisas; eles não lhe fornecem nenhuma ciência inteiramente pronta, e o que o homem pode descobrir por si mesmo, eles deixam entregue às suas próprias forças”.5

Quando chega o tempo de uma descoberta, os Espíritos encarregados de lhe dirigir a marcha, procuram o homem capaz de levá-la a bom termo e lhe inspiram as ideias necessárias, de maneira a lhe deixarem todo o mérito, porquanto estas ideias, é preciso que ele as elabore e as execute. O mesmo acontece com todos os grandes trabalhos da inteligência humana. Os Espíritos deixam cada homem na sua esfera de ação;”4

Tenhamos, por conseguinte, a circunspecção, o bom-senso, o espírito crítico e a responsabilidade ensinados e exemplificados por Jesus e Allan Kardec, especialmente no que diz respeito às revelações que cabem aos cientistas desvelarem, divulgando as orientações dos mentores com extrema prudência, guardando-nos de dar precipitadamente como verdades descobertas que competem aos pesquisadores e ao “tempo” desvendarem. Que sejam noticiadas apenas como probabilidades, se forem de irretocável lógica e concordantes com a ciência, sob pena de, agindo sem o necessário zelo, estarmos prestando um desserviço à Doutrina que tanto amamos.

 

1.   KARDEC, Allan: Invocações. Definições Espíritas, Vocabulário Espírita contido na primeira edição de O Livro dos Médiuns. 1ª Ed., Niterói: Publicações Lachâtre, 1997. p. 78-80.

2.   Censo Demográfico do IBGE ano 2010

3.   BÍBLIA. Português. Bíblia de Jerusalém. Nova edição rev. e ampl. São Paulo: Paulus, 2002. 3 a. Impressão: 2004. O Evangelho Segundo Marcos, Cap. 9, versículos 2 ao 9. p. 1772.

4.   KARDEC, Allan: “294. Perguntas Sobre as Invenções e Descobertas”. O Livro dos Médiuns. Tradução de Maria Lúcia Alcantara de Carvalho. 1ª Ed., Rio de Janeiro: Leon Denis Gráfica e Editora, 2010. Segunda parte, Capítulo XXVI, Itens 28 e 29. p. 366-368.

5.   Idem. A Gênese. Os Milagres e As Predições Segundo o Espiritismo. Tradução de Albertina Escudeiro Sêco. 1ª Ed., Rio de Janeiro, Leon Denis Gráfica e Editora: 2007. Cap. I, item 60. p. 58.

Ninguém é profeta em sua terra. Programa do dia 14 de novembro de 2012


para baixar o esse programa no seu computador, clique neste link aqui.

 
BÍBLIA. Português. Bíblia de Jerusalém. Nova edição rev. e ampl. São Paulo: Paulus, 2002. 3 a. Impressão: 2004. O Evangelho Segundo Lucas 4:14-30 p. 1794-5
 
JESUS INAUGURA SUA PREGAÇÃO - JESUS EM NAZARA
 
PASSAGENS PARALELAS ENCONTRADAS EM MARCOS 6, 1-6 E MATEUS 13, 58-8.23 Ele, porém, disse: "Certamente me citareis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum, faze-o também aqui em tua pátria".
 
#Auscultando as dúvidas nos presentes, Jesus se adianta. No entanto, em vez de dar demonstrações miraculosas, ele oferece uma visão crítica, analítica sobre a questão. Que nos sirva de lição. O entendimento das Leis Morais é muito mais importante que qualquer fenômeno espírita. Se quisermos divulgar o espiritismo, façamo-lo pelas ideias, pelas explicações que logra, pelo entendimento das questões inexplicáveis, e não por fenômenos.
 
# O Livro dos Espíritos – Capítulo V
 
Considerações sobre a Pluralidade das Existências\Q. 222
 
“Raciocinamos, como o dissemos, abstraindo de qualquer ensino espírita que, para algumas pessoas, carece de autoridade.
 
Se nós e tantos outros adotamos a opinião da pluralidade das existências, não é apenas porque veio dos Espíritos, é porque ela nos pareceu a mais lógica e porque só ela resolve questões, até então, insolúveis. Tivesse ela vindo de um simples mortal e nós a teríamos adotado, da mesma forma, e não teríamos hesitado mais tempo em renunciar às nossas próprias idéias; desde o momento em que um erro é demonstrado, o amor-próprio tem mais a perder do que a ganhar, obstinando-se numa ideia falsa. Assim também, nós a teríamos rejeitado, embora tivesse vindo dos Espíritos, se ela nos tivesse parecido contrária à razão, como rejeitamos muitas outras; pois sabemos, pela experiência, que não se deve aceitar, cegamente, tudo o que vem da parte deles, não mais do que o que vem da parte dos homens.”
 
Allan Kardec
 
#"Por  maior que seja a legítima confiança que vos inspiram os Espíritos que presidem aos vossos trabalhos, é recomendação nunca por demais repetida que deveis ter sempre presente em vossa mente, quando vos entregardes aos vossos estudos: pesai e refleti; submetei ao controle da razão a mais severa todas as comunicações que receberdes..."
 
Espírito Luís, Revista Espírita, Setembro de 1859
 
24 Mas em seguida acrescentou: "Em verdade vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria.
 
# A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo - Capítulo XVII Predições do Evangelho  • Ninguém é profeta em sua terra.
 
2. Jesus enunciou aí uma verdade que se transformou em provérbio, que é de todos os tempos, e à qual se poderia generalizar dizendo que ninguém é profeta enquanto vivo.
 
Na linguagem atual, entende-se essa máxima como o crédito que alguém goza entre os seus e entre aqueles em cujo meio ele vive, e à confiança que inspira neles pela superioridade do saber e da inteligência. Se existem exceções, elas são raras, e, em todos os casos, jamais são absolutas. O princípio dessa verdade é uma conseqüência natural da fraqueza humana e pode-se explicar assim: O hábito de se verem desde a infância, nas circunstâncias normais da vida, estabelece entre as pessoas uma espécie de igualdade material que, muitas vezes, faz com que se recusem a reconhecer uma superioridade moral naquele de quem se foi o companheiro ou o comensal, que saiu do mesmo meio e de quem se viram as primeiras fraquezas. O orgulho sofre pelo ascendente que é obrigado a suportar.
 
Quem quer que se eleve acima do nível comum está sempre exposto ao ciúme e à inveja. Aqueles que se sentem incapazes de chegar à sua altura, esforçam-se para rebaixá-lo pela difamação, a maledicência e a calúnia. Tanto mais alto eles gritam, quanto mais se vêem pequenos, achando que se engrandecem e o ofuscam com o barulho que fazem. Assim foi e assim será a história da humanidade, enquanto os homens não tiverem compreendido sua natureza espiritual e alargado seu horizonte moral; esse preconceito também é próprio de espíritos acanhados e vulgares, que atribuem tudo à sua personalidade.
 
Por outro lado, geralmente fazemos dos homens que conhecemos apenas pelo seu espírito, um ideal que cresce com a distância dos tempos e dos lugares.
 
Eles são quase despojados da humanidade; parece que não devem nem falar nem sentir como todo o mundo; que a sua linguagem e seus pensamentos devem estar constantemente no diapasão da sublimidade, sem lembrarmos que o espírito não poderia estar o tempo todo tenso, em estado de perpétua superexcitação. No contato diário da vida privada, vê-se muito o homem material que em nada se distingue das pessoas comuns. O homem corpóreo, que impressiona os sentidos, quase apaga o homem espiritual, que só impressiona o espírito: de longe, vemos apenas os clarões do gênio; de perto, vemos o repouso do espírito.
 
Após a morte, não existindo mais a comparação, resta apenas o homem espiritual, que parece tanto maior, quanto mais longínqua estiver a lembrança do homem corporal. Eis por que aqueles que marcaram sua passagem pela Terra por obras de real valor são mais apreciados após sua morte do que quando vivos. São julgados com mais imparcialidade, porque, com o desaparecimento dos invejosos e dos competidores, os antagonismos pessoais não existem mais. A posteridade é um juiz imparcial que aprecia a obra do espírito; se é boa, aceita-a sem entusiasmo cego, e se é má, ela a rejeita sem rancor, abstendo-se de considerar a individualidade que a produziu.
 
Jesus pouco podia escapar às conseqüências deste princípio, inerente à natureza humana, porque vivia em um meio pouco esclarecido, e entre criaturas votadas inteiramente à vida material. Nele, seus conterrâneos viam apenas o filho do carpinteiro, o irmão de homens tão ignorantes quanto eles, e se perguntavam o que podia torná-lo superior a eles e dar-lhe o direito de censurá-los. Verificando então que a sua palavra tinha menos crédito entre os seus, que o desprezavam, do que entre os estranhos, preferiu ir pregar para os que o escutavam e entre os quais encontrava simpatia. Pode-se fazer uma idéia dos sentimentos que os seus parentes nutriam em relação a Jesus, pelo fato de que os seus próprios irmãos, acompanhados da sua mãe, foram a uma reunião onde ele se encontrava para se apoderarem dele, dizendo que Jesus havia perdido o espírito. (Marcos, III: 20 e 21; 31 a 35; O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XIV.)
 
Assim, de um lado, os sacerdotes e os fariseus acusavam Jesus de agir pelo demônio, do outro, ele era tachado de louco pelos parentes mais próximos. Não é assim que acontece atualmente em relação aos espíritas? E estes devem se queixar por não serem melhor tratados pelos seus concidadãos do que o foi Jesus? O que não tinha nada de espantoso há dois mil anos, no meio de um povo ignorante, é mais estranho no século dezenove entre as nações civilizadas.
 
Allan Kardec
 
#Historicamente, observa-se que o cristianismo – nos séculos I/II/III da Era Comum difundiu-se e consolidou-se mais intensamente entre os nãos judeus, do que entre os judeus, confirmando a presciência de Jesus ao prever que os gentios O aceitariam como o Messias com maior credulidade.
 

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