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1:18-24
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1:26-38
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A
mãe de Jesus visita Isabel
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1:39-56
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Nascimento
de João Batista
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1:57-79
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Nascimento
de Jesus
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Visita
dos Pastores
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2:8-20
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Circuncisão
de Jesus
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Visita
dos magos do oriente
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2:1-12
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Fuga
para o Egito e retorno a Nazaré
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2:13-23
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Jesus
menino no Templo de Jerusalém
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2:41-50
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Pregação
de João Batista
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3:1-12
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1:1-18
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3:1-18
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1:19-28
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Batismo
de Jesus
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3:13-17
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1:9-11
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3:21-22
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1:29-34
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Nosso último Programa pela Rádio
COMO ESTUDAR O ESPIRITISMO
Uma importante questão se apresenta,
a todo instante, para aqueles que desejam conhecer, e estudar, o espiritismo:
onde aprender seus fundamentos indispensáveis? A resposta para essa pergunta é:
a Doutrina Espírita está contida, por inteiro, nas obras publicadas pelo
Codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Essa temática foi apresentada na
série de 2012 do quadro “O Que é o espiritismo?”, série que iremos resumir no
programa de hoje.
A Maioria dos espíritas conhece as
cinco obras fundamentais da doutrina: “O Livro dos Espíritos”, “O Livro dos
Médiuns”, “O Evangelho segundo o Espiritismo”, “A Gênese, os Milagres e as
Predições segundo o Espiritismo” e “O céu e o Inferno, ou A justiça Divina
segundo o Espiritismo”.
A primeira obra espírita é "o Livro dos Espíritos".
Ele é a pedra fundamental ou o marco inicial do espiritismo. Ele é o não só o
alicerce do edifício da doutrina espírita também é o seu próprio delineamento,
o seu núcleo central e ao mesmo tempo o as vigas de sustentação, os pilares, as
lajes, o arcabouço, enfim, toda a estrutura geral de todo o edifício da
doutrina.
Os demais livros da revelação espírita partem do seu
conteúdo. Temas aflorados nas perguntas de "o livro dos espíritos"
vão ser desenvolvidos totalmente nas outras obras kardecianas, portanto, o
legado de Allan Kardec se apresenta como um todo, homogêneo, consequente,
inter-relacionado, interconectado e interdependente.
Portanto, os estudiosos sérios do espiritismo
reconhecem o valor de se estudar todos os livros fundamentais, o pentateuco kardeciano, de forma conjugada,
integrada, e, sobretudo, de forma continuada, lendo-os e relendo-os ano após
ano, conscientes de que cada novo ciclo de estudos oferece maiores
possibilidades para reflexões, maior conhecimento e mais amplo discernimento.
Tem-se mesmo a impressão de que se descobre uma nova doutrina após cada ciclo
de reestudo.
Muitos sabem também que, no Brasil,
cada ano da REJEP, com suas doze revistas mensais, foi traduzido para o
português e transformado num volume, em um livro. Temos, portanto, na REJEP outros
doze livros de Allan Kardec que não podem faltar nas prateleiras das livrarias
espíritas, e nas nossas bibliotecas pessoais.
Conforme a orientação do próprio
Codificador, a coleção dos doze anos da Revista Espírita deve ser encarada como
as verdadeiras obras complementares, ou subsidiárias, do espiritismo, e
estudadas como tal, paralelamente às obras fundamentais.
Vale ainda relembrar o valor
permanente das obras introdutórias ou iniciais do Espiritismo, a saber: “O que
é o espiritismo”, “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples” e “Instruções
Práticas Sobre as Manifestações Espíritas”, livros que desdobram a introdução e
prolegômenos de OLE.
Os livros introdutórios são resumos
doutrinários, para rápida leitura e imediata compreensão, mas que até mesmo os
maiores conhecedores do espiritismo devem reler e consultar periodicamente.
Eles são os livros de eleição para os iniciantes no espiritismo, e as obras de
escolha para os estudos sistematizados da doutrina espírita.
Não se pode esquecer a importância inestimável do volume
Obras Póstumas. Esse livro representa o testamento doutrinário de Allan Kardec,
que precisa ser lido com atenção e respeito. Ele nos desvenda os segredos de
uma vida verdadeiramente missionária, cuja grandeza dessa missão ainda é
ignorada até mesmo pelos espíritas.
No livro “Viagens Espíritas em 1862”, Allan Kardec oferece
as mais lúcidas diretrizes para o fortalecimento dos grupos espíritas, e as
mais luminosas e seguras orientações ao Movimento Espírita, para a organização,
a administração e a liderança das instituições espíritas.
Fundamental ressaltar que, em todas
as obras publicadas por Allan Kardec, permeiam as temáticas evangélicas. Na sua
condição de Terceira Revelação de Deus aos homens, o espiritismo é o Consolador
Prometido por Jesus, que apresenta a
chave com a ajuda da qual se explicam, com facilidade, os conteúdos do Novo
Testamento, e dos Livros Mosaicos, que foram incompreendidos, erroneamente
copiados, mal traduzidos, e erradamente interpretados.
O espiritismo assume a condições de
cristianismo da idade moderna, restaurando a interpretação do evangelho do
Cristo ao seu sentido absolutamente espiritual.
Foram cerca 30 livros espíritas
publicados pelo Codificador no idioma francês, e hoje contamos com mais de 22
obras diferentes de Allan Kardec na língua portuguesa, obras de atualidade
inabalável, no passado, no presente e no futuro. Verdadeira bênção de Deus aos
homens, essas obras devem ser encaradas e lidas, em última análise, como tendo
sido escritas pelo próprio Cristo.
Obra Kardeciana: O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples (programa 06 e 13 de março de 2013)
Obra Kardeciana: O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples (06 e 13 março de 2013)
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Obra Kardeciana: O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples (programa 1 em 27/02/13)
O Espiritismo em sua
mais simples expressão » Resumo do ensinamento dos Espíritos » Resumo do
ensinamento dos Espíritos
PARA BAIXAR O PROGRAMA DO DIA 27 DE FEVEREIRO NO SEU COMPUTADOR CLIQUE AQUI NESTE LINK
O ESPIRITISMO NA SUA EXPRESSÃO MAIS SIMPLES
O suíço Johan H Pestalozzi foi o grande pioneiro da moderna pedagogia.
No célebre Instituto de Yverdon, na suíça, o mestre Pestalozzi lançou as bases
para a reforma de toda a ciência do ensino.
Dentre os seus mais eminentes discípulos destacou-se um moço, destinado
a ser o Codificador do Espiritismo com o pseudônimo Allan Kardec, o jovem Hippolyte Léon
Denizard Rivail, que Pestalozzi estimava
como a um filho, e em quem reconhecia uma inteligência fora do comum, ao ponto
de delegar ao adolescente Rivail, com 14 anos, a responsabilidade substitui-lo na
condução dos cursos, por ocasião das suas viagens.
Pois foi sob a influência do Mestre Pestalozzi que o professor Rivail
transformou-se num dos mais notáveis pedagogos, linguista e cientista da
história da França, publicando mais de 20 livros didáticos, versando sobre
educação e ciências, além de célebres traduções, livros esses que em sua
maioria foram premiados pelas principais sociedades de ciências da sua época, sendo
alguns editados até a atualidade.
O professor Rivail,
adotando o pseudônimo Allan Kardec, publicou "O Livro dos Espíritos"
em 1857. OLE é primeira obra espírita, marco inicial do espiritismo. Ele é o
alicerce, e ao mesmo tempo a estrutural geral, do edifício da doutrina
espírita.
O
Livro dos Espíritos se inicia com a introdução e o prolegômenos (texto
preliminar), onde o Codificador resumiu os princípios fundamentais do
espiritismo. Com essa introdução e o prolegômenos, Allan Kardec colocou o espiritismo na vanguarda de uma disciplina
considerada hoje indispensável em todas as escolas de estudos superiores, de
Ciência, Filosofia, Artes e Técnicas: a disciplina dos estudos introdutórios.
A obra de Allan Kardec “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples”, é uma obra classificada como introdutória, que faz o desdobramento, e o aprofundamento, da introdução e do prolegômenos de OLE, juntamente com outros opúsculos, como o livro “O que é o espiritismo”. Os estudantes conscienciosos da Doutrina compreendem a atualidade permanente das obras Kardecianas, incluindo as de iniciação ao espiritismo. Eles são os livros de eleição para os que desejam começar seus estudos da doutrina espírita.
O
livreto “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples” oferece aos interessados na doutrina espírita um roteiro bem resumido e
de compreensão imediata, com explicações rápidas, colocando os princípios
espíritas ao alcance daqueles que possuem dificuldades em ler, entender e interpretar
textos. Trata-se, portanto, de um livreto de valor inestimável para os países
com altos níveis de analfabetismo funcional. É, também, uma obra de fácil
compreensão pelas crianças.
Mas que ninguém se iluda, pois mesmo espíritas
tarimbados terão muito que aprender com “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples”, pois o livro oferece aos mais estudiosos espíritas a possibilidade de reavivar
a memória, reajustar a visão global de temas, e não raro, chamar a atenção para
certas questões que escaparam a uma apreciação apurada das obras fundamentais
do Pentateuco Kardeciano.
Reiteramos que “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples” é um livro pequeno em tamanho, mas de uma elevada importância, sobretudo por colocar o espiritismo ao alcance de todos os graus de inteligência, e tão grande é o seu valor que o próprio Allan Kardec rogou para a obra o zelo de todos dos verdadeiros espíritas, para que ajudassem na sua propagação.
Em decorrência disso, atendamos ao pedido do
Codificador, contribuindo na divulgação das obras introdutórias. Façamos de “O
Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples”, “O que é o espiritismo” e
“Instruções Práticas Sobre as Manifestações Espíritas” os livros de escolha
para os Estudos Sistematizados da Doutrina Espírita em nossas Casas Espíritas.
O APÓSTOLO DA VERDADE
Autor
Fabiano Pereira Nunes. Publicado na REVISTA CULTURA ESPÍRITA, do Instituto de
Cultura Espírita do Brasil, ano IV, n. 47, fevereiro de 2013. p. 15.
O
APÓSTOLO DA VERDADE
“Eu estou convosco, e meu apóstolo vos
ensina.” O Espírito de
Verdade1. Paris, 1861.
O suíço Johan H Pestalozzi
foi o grande arauto da moderna pedagogia. No célebre Instituto de Yverdun, na Suíça,
o mestre Pestalozzi lançou as bases para a reforma da Ciência do Ensino.
Dentre os seus
mais eminentes discípulos destacou-se um moço, destinado a ser o Codificador do
Espiritismo, o jovem Hippolyte Léon Denizard Rivail, que Pestalozzi estimava
como a um filho, e em quem reconhecia uma inteligência fora do comum, ao ponto
de delegar ao adolescente Rivail, com 14 anos, a responsabilidade de substituí-lo
na condução dos cursos, por ocasião das suas viagens.
Pois foi sob a aura do Mestre Pestalozzi que o professor H. L.D. Rivail transformou-se num dos mais notáveis pedagogo, linguista e cientista da história da França, publicando mais de 20 livros didáticos, versando sobre educação pública, matemática, história, física, química, fisiologia, astronomia, língua francesa e outros idiomas, assim com célebres traduções, livros esses que em sua maioria foram premiados pelas principais sociedades de ciências e artes da sua época, alguns deles ainda editados até a atualidade. O Governo Francês disponibilizou obras do insigne Mestre de Lyon na Internet, digitalizadas no acervo virtual da Bibliothèque Nationale de France2.
O professor Rivail adotou o pseudônimo Allan Kardec para a autoria de suas obras espíritas, para que as pessoas analisassem as ideias contidas nos livros espíritas sem levar em consideração seu enorme prestígio pessoal, e a excelente reputação de suas publicações anteriores. Foram cerca 30 livros espíritas no idioma francês, e hoje contamos com mais de 22 obras Kardecianas em português.
O professor Allan Kardec, era portador de uma raríssima capacidade de trabalho, de uma genial antevisão, e de uma férrea determinação em solucionar todas as questões relativas à interpretação dos Evangelhos de Jesus. Por isso dedicou mais de uma década ao trabalho de estudar os Textos Sagrados, a fim de descobrir o significado original das máximas de Jesus, anelando interpretar as palavras do Cristo conforme os destinatários originais devem tê-la ouvido, possibilitando desvendar qual era a intenção original do Nazareno ao pronunciá-las, imergindo ao mais profundo do seu significado.
Graças a sua elevadíssima estatura espiritual, ao seu agudo senso de professor detentor de enciclopédico conhecimento linguístico e científico, mas sobretudo, graças também a intensa e constante assistência de O Espírito de Verdade e Sua Equipe Espiritual, Allan Kardec realizou a mais excelente hermenêutica para O Novo Testamento, desvelando o sentido e o significado essenciais dos ensinos de Jesus, desenvolvendo a mais abrangente interpretação das Sagradas Escrituras, sempre à luz das Leis de Deus ou Leis Naturais.
Como exemplo, poder-se-ia observar a qualidade didática do legado do Codificador no texto contido em O Evangelho Segundo o Espiritismo3, em que o Apóstolo de O Espírito de Verdade elucida-nos que as matérias contidas nos Evangelhos podem ser divididas em cinco partes: os milagres; as predições; as palavras que serviram para o estabelecimento dos dogmas da Igreja; o ensinamento moral; e os atos comuns da vida do Cristo.
Essas divisões são, corajosamente, estudadas permeando todas as obras publicadas pelo Codificador do Espiritismo. Nada obstante, para fins didáticos, poder-se-ia atribuir uma obra Kardeciana para o estudo de cada parte, a saber:
a) Os milagres de Jesus: são analisados e elucidados na obra “A Gênese, Os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo”;
b) As predições ou profecias dos evangelhos: avaliadas e explicadas na obra “A Gênese, Os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo”;
c) As palavras que serviram para o estabelecimento dos dogmas da Igreja: criticadas e esclarecidas na obra “O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo”.
d) O ensinamento moral: desenvolvido no livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo”;
e) Os atos comuns da vida do Cristo: não por acaso, Allan Kardec não desenvolveu os aspectos históricos e historiográficos da vida de Jesus de Nazaré, em nenhuma de suas obras. Pedimos licença ao querido leitor para só desenvolver o item “e” posteriormente em oportuno artigo, adiantando, porém, que não é objetivo essencial do espiritismo concorrer com as ciências, mormente as ciências históricas. Caberá à própria ciência desvelar os fatos históricos da vida do Cristo.
Reflitamos, conquanto, sobre a missão do espiritismo na sua condição de doutrina cientifica e filosófica, com consequências morais e religiosas: restabelecer o cristianismo ao seu sentido puramente espiritualista4.
Nas obras de Allan Kardec encontram-se as magistrais dissertações filosóficas e morais para as máximas e ensinos evangélicos. E na busca das mais excelentes exegese e hermenêutica para os evangelhos, lembremo-nos das palavras do espírito João, o evangelista: [...] “Meus bem-amados, eis chegados os tempos em que os erros, explicados, se tornarão verdades; nós vos ensinaremos o sentido exato das parábolas, e vos mostraremos a correlação poderosa que une o que foi ao que é. Em verdade, vos digo: a manifestação espírita vai crescer no horizonte, e eis aqui o seu enviado (Allan Kardec) que vai resplandecer como o Sol sobre o cume das montanhas5.”
REFERÊNCIAS
1.
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o
Espiritismo. Tradução de Albertina Escudeiro Sêco. 5. Ed., Rio de Janeiro, CELD
Ed: 2010, cap. VI, item 6. P. 135
2.
O prezado leitor poderá fazer o download de
algumas obras escrevendo o nome “H. L. D. Rivail” no espaço
para busca do site da Bibliothèque Nationale de France, em < http://gallica.bnf.fr/?lang=PT
>
3.
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o
Espiritismo. Tradução de Albertina Escudeiro Sêco. 5. Ed., Rio de Janeiro, CELD
Ed: 2010, Introdução, item 1. p. 19-22.
4.
Idem. KARDEC, Allan. A Revista Espírita.
Jornal de Estudos Psicológicos. Ano sexto, novembro de 1863. Tradução de
Evandro Noleto Bezerra. 3. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. p. 476.
5.
Idem. O Evangelho Segundo o Espiritismo.
Tradução de Albertina Escudeiro Sêco. 5. Ed., Rio de Janeiro, CELD Ed: 2010,
cap. VIII, item 18. p. 161.
Programa do dia 06 de fevereiro de 2013: Reflexões sobre a O EVG sgdo Mateus cap. 5
PARA BAIXAR NO SEU COMPUTADOR O PROGRAMA DO
DIA 06 DE FEVEREIRO DE 2013, CLIQUE AQUI NESTE LINK
BÍBLIA. Português.
Bíblia de Jerusalém. Nova edição rev. e ampl. São Paulo: Paulus, 2002. 3 a.
Impressão: 2004. O Evangelho Segundo Lucas 4:14-30 p. 1794-5
JESUS EM NAZARÉ
PASSAGENS PARALELAS
ENCONTRADAS EM MARCOS 6, 1-6 E MATEUS 13, 58-8.
Lucas 4:
24 Mas em seguida
acrescentou: "Em verdade vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua
pátria.
25 De fato, eu vos digo
que havia em Israel muitas viúvas nos dias de Elias, quando por três anos e
seis meses o céu permaneceu fechado e uma grande fome devastou toda a região;
26 Elias, no entanto, não
foi enviado a nenhuma delas, exceto a uma viúva, em Sarepta, na região de
Sidônia.
27 Havia igualmente
muitos leprosos em Israel no tempo do profeta Eliseu; todavia, nenhum deles foi
purificado, a não ser o sírio Naamã".
28 Diante dessas
palavras, todos na sinagoga se enfureceram.
29 E, levantando-se,
expulsaram-no para fora da cidade e o conduziram até um cimo da colina sobre a
qual a cidade estava construída, com a intenção de precipitá-lo de lá.
30 Ele, porém, passando
pelo meio deles, prosseguia seu caminho...
# Interpretação de Allan Kardec para a postura de Jesus, refutando conceitos da Lei Mosaica
O Evangelho segundo o Espiritismo » Capítulo I - Não vim destruir a lei » Moisés
O Evangelho segundo o Espiritismo » Capítulo I - Não vim destruir a lei » O Cristo » O Cristo
#artigo; “EU, PORÉM, VOS DIGO”
# Interpretação de Allan Kardec para a postura de Jesus, refutando conceitos da Lei Mosaica
O Evangelho segundo o Espiritismo » Capítulo I - Não vim destruir a lei » Moisés
O Evangelho segundo o Espiritismo » Capítulo I - Não vim destruir a lei » O Cristo » O Cristo
#artigo; “EU, PORÉM, VOS DIGO”
Artigo publicado na REVISTA CULTURA ESPÍRITA, do Instituto de
Cultura Espírita do Brasil, ano II, n. 21, dezembro de 2010, p. 15.
Notáveis pesquisadores têm defendido a tese de que
o “Jesus Histórico” teria assumido uma postura revolucionária(1), face às práticas
correntes na sociedade religiosa do Seu tempo.
Realmente, para vários estudiosos das ciências
históricas, a análise das assertivas contidas nos Evangelhos desvelaria a
atitude de um religioso Judeu do Mediterrâneo(2) em antítese com os preceitos judaicos vigente à Sua
época, que, por conseguinte, poder-se-ia considerar como um sedicioso.
Por exemplificação, observa-se na Pregação do
Monte, conforme descrita no capítulo cinco de O Evangelho Segundo Mateus, um
inequívoco intuito de desconstruir um pensamento vigente, substituindo-o por um
conceito totalmente novo. O Mestre Amantíssimo empregara repetidas vezes a expressão:
“Ouvistes
que foi dito aos antigos (...)”, acompanhada, a seguir, de uma citação dos Livros
Mosaicos; e concluindo a elocução, conduzira o pensamento dos ouvintes a uma
nova interpretação da Lei Divina, ao aplicar expressão “Eu, porém, Vos digo
(...)”. Por tal razão, àquele tempo
Jesus fora perseguido pelas autoridades do Templo de Jerusalém como um
antagonista das Leis de Moisés, conquanto Seus discursos fariam frontal contradita
ao Pentateuco Mosaico.
Escrevera Moisés no Torá:
Êxodo,
21:24-25; olho por
olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, queimadura por queimadura,
ferida por ferida, golpe por golpe.
Levítico, 24:19-21; Quando também alguém desfigurar o seu próximo,
como ele fez, assim lhe será feito: quebradura por quebradura, olho por olho,
dente por dente; como ele tiver desfigurado a algum homem, assim se lhe fará.
Quem, pois, matar um animal restituí-lo-á; mas quem matar um homem será morto.
Nada
obstante, pregara Jesus no Monte das Beatitudes:
Mateus, 5:38 -39; Ouvistes que foi dito: Olho por
olho, dente por dente. Eu, porém, vos
digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita,
volta-lhe também a outra.
Mateus 5:43-44; Ouvistes
que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém,
vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.
Em a perspectiva histórica,
torna-se, pois, melhor compreensível o porquê da não aceitação - pela Religião
Judaica - da condição Messiânica de Jesus.
Conquanto, dezenove séculos após,
Allan Kardec, pseudônimo do eminente cientista e pedagogo francês Hipollyte Léon
Denizard Rival - Apóstolo fiel e incansável de O Espírito de Verdade - elucida,
definitivamente, tal problemática, em admirável hermenêutica(3):
“[...] A
moral ensinada por Moisés era apropriada ao estado de adiantamento em que se
encontravam os povos a quem ela estava destinada a regenerar. Esses povos,
semi-selvagens quanto ao aperfeiçoamento da alma, não teriam compreendido que
se pudesse adorar a Deus sem a realização de holocaustos, nem que fosse preciso
perdoar a um inimigo. A inteligência deles, notável sob o ponto de vista da
matéria e mesmo sob o das artes e das ciências, era muito atrasada em
moralidade, e não seria convertida sob o domínio de uma religião inteiramente
espiritual. Era-lhes necessária uma representação semi-material, como a que a
religião hebraica lhes oferecia. Os holocaustos falavam aos seus sentidos,
enquanto a idéia de Deus falava ao seu espírito. O Cristo foi o iniciador da
moral mais pura, mais sublime; da moral evangélico-cristã que deve renovar o
mundo, aproximar os homens e torná-los irmãos; que deve fazer jorrar de todos
os corações humanos a caridade e o amor ao próximo, e criar, entre todos os
homens, uma solidariedade comum; enfim, de uma moral que há de transformar a
Terra, e dela fazer uma morada para espíritos superiores aos que hoje a
habitam. É a lei do progresso, à qual a Natureza está submetida, que se cumpre,
e o Espiritismo é a alavanca da qual Deus se utiliza para fazer a humanidade
avançar. [...]”3
Outrossim, deveras relevante a perspectiva
descortinada pela ciência médica, em transcendente aliança com a Doutrina
Espírita. Em artigo publicado
na revista Psychological Science(4),
pesquisadores da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, observaram que
orar pelo bem do cônjuge auxilia na disposição por perdoá-lo, sobretudo quando
a oração for feita na iminência de conflitos. No trabalho científico, as
pessoas deveriam, em primeiro lugar, fazer uma descrição da pessoa por quem
fariam a oração. Depois de apenas uma oração, os voluntários se mostraram mais
dispostos a compreender o ponto de vista do outro e aceitar suas desculpas, em
claro processo de empatia. O estudo científico descreve, do mesmo modo, um
segundo experimento no qual os voluntários fizeram orações diárias por um amigo
próximo durante quatro semanas, também demonstrando o poder apaziguador da
prece.
Ao
fanal da ciência e da Exegese Kardeciana, apreenderemos, porquanto, que Jesus não
fora um subversor das Escrituras Sagradas, mas, ao contrário, notabilizara-se
como O Mais Perfeito Intérprete das Leis Divinas, na história da civilização
humana.
1. MEIER, John
P. Um Judeu Marginal: repensando o Jesus histórico. Vol. I. Rio de
Janeiro, Imago Ed: 1993.
2. CROSSAN,
John D. Jesus, Uma Biografia Revolucionária.
Rio de Janeiro, Imago Ed: 1995.
3. KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Albertina Escudeiro
Sêco. 1. Ed., Rio de Janeiro, CELD Ed: 2008. Cap.I,
item 9.
4. Comprovação do poder pacificador da oração. In: Revista Mente e Cérebro, edição online. Março de 2010.
Capturado de <http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/comprovacao_do_poder_pacificador_da_oracao.html>
em 01 de outubro de 10.
Programa do dia 30 de janeiro de 2013: Jesus é O Messias Universal
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BÍBLIA. Português. Bíblia
de Jerusalém. Nova edição rev. e ampl. São Paulo: Paulus, 2002. 3 a.
Impressão: 2004. O Evangelho Segundo Lucas 4:14-30 p. 1794-5
JESUS EM NAZARÉ
PASSAGENS PARALELAS
ENCONTRADAS EM MARCOS 6, 1-6 E MATEUS 13, 58-8.
Lucas 4:
24 Mas em seguida acrescentou: "Em verdade vos
digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria.
25 De fato, eu vos digo que havia em Israel muitas
viúvas nos dias de Elias, quando por três anos e seis meses o céu permaneceu
fechado e uma grande fome devastou toda a região;
26 Elias, no entanto, não foi enviado a nenhuma
delas, exceto a uma viúva, em Sarepta,
na região de Sidônia.
27 Havia igualmente muitos leprosos em Israel no
tempo do profeta Eliseu; todavia, nenhum deles foi purificado, a não ser o
sírio Naamã".
28 Diante dessas palavras, todos na sinagoga se
enfureceram.
29 E, levantando-se, expulsaram-no para fora da
cidade e o conduziram até um cimo da colina sobre a qual a cidade estava
construída, com a intenção de precipitá-lo de lá.
30 Ele, porém, passando pelo meio deles, prosseguia
seu caminho...
i. O povo hebreu havia sofrido asperamente, por causa das dominações
estrangeiras.
721 a.C. è Israel conquistada pelos assírios
586a.C. è Judá Conquistada por Nabucodonosor e destruição do
Templo de Salomão pelos babilônios.
538ac è Ciro da Pérsia conquista babilônia, liberta cativos
e, devolve os tesouros do Templo, determina retorno à Terra Santa e a
reconstrução do Templo.
333ac a 323a.C. è Alexandre, o Grande, governa a Palestina: domínio macedônio
323 a 198 a.C.è Domínio dos
Ptolomeus sobre a Palestina
200 a.C. è Domínio dos
selêucidas sobre a Palestina - 198 a 142 a.C.
140 a.C. è a revolta dos Macabeus levou ao estabelecimento do Reino Hasmoneu de
Israel, cuja existência enquanto reino independente durou 77 anos, até à
conquista de Jerusalém por Pompeu em 63 a.C, altura em que se tornou um reino
tributário do Império Romano.
63 a.C.è Conquista de Jerusalém por Pompeu, general
romano, anexando a Palestina ao Império Romano
37 a 4 a.C.è Reinado de
Herodes, o Grande, sobre a Palestina, por nomeação de Roma
ii. Acalentavam um desejo de libertação, vingança e dominação dos
estrangeiros. E isso – na interpretação vigente das Escrituras – ocorreria sob
a liderança do Messias.
Usavam por base de sustentação, as leis de Moisés:
Levítico
19:18
"Não te vingarás nem guardarás
ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu
sou o Senhor."
LEVÍTICO,
cap. 26:
7 - Perseguireis os vossos inimigos, e eles cairão à espada
diante de vós.
iii. A ideia de igualar o povo hebreu
aos estrangeiros era absolutamente contraria aos conceitos visceralmente
consolidados no consciente coletivo do povo. No entendimento popular, O Messias
deveria vir para ajudar a Nação Israelita a sobrepujar os demais povos, de
acordo com a interpretação vigente das escrituras, como Isaías 61, que Jesus
não lera, por exemplo.
O que Ele não quis ler em Isaías 61:
Isaías 61: 2- a proclamar um ano aceitável a Iahweh E UM DIA DE VINGANÇA
DO NOSSO DEUS,
Isaías 61:5 - Estrangeiros estarão aí para apascentar os vossos
rebanhos; alienígenas serão os vossos lavradores e os vossos vinhateiros.”
Significaria que a situação dominado-dominador se inverteria, e os gentios é
que seriam escravizados.
iv. Por suas colocações, Jesus estabelece uma igualdade entre as nações,
mudando, radicalmente, o conceito oferecido pelas leis de Moisés.
Aliás, Jesus reformula, na forma e
no fundo, as leis civis do código mosaico.
Mateus
5:43-44;
v. Ouvistes
que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo.
Eu,
porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.
vi. Essa foi razão pela qual o ânimo
dos membros da sinagoga de Nazaré transformou-se de espanto e admiração para
ira e revolta. Os conterrâneos de Jesus não
viam os estrangeiros como filhos de Iahweh, e, portanto, não estavam preparados
para entender uma mensagem de fraternidade incondicional, de união entre os
povos e de Misericórdia Divina para todas as criaturas.
Prometendo estender
a Graça de Deus aos não Judeus que fossem crédulos, Jesus deflagra reação
insana na multidão, visto que isso confrontava, diretamente, o sonho de
liberdade e desforra contra os estrangeiros opressores. Foi essa afirmativa que
gerou a ira assassina dos compatriotas de Jesus, que O levaram até um penhasco
para atirá-lo e do alto apedrejá-lo.
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