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O ESPIRITISMO NA SUA EXPRESSÃO MAIS SIMPLES
 
O suíço Johan H Pestalozzi foi o grande pioneiro da moderna pedagogia. No célebre Instituto de Yverdon, na suíça, o mestre Pestalozzi lançou as bases para a reforma de toda a ciência do ensino.
 
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E dentre os seus mais eminentes discípulos destacou-se um moço, destinado a ser o Codificador do Espiritismo com o pseudônimo Allan Kardec, o jovem Hippolyte Léon Denizard Rivail, que Pestalozzi estimava como a um filho, e em quem reconhecia uma inteligência fora do comum, ao ponto de delegar ao adolescente Rivail, quando dos seus 14 anos, a responsabilidade substitui-lo na condução dos cursos, por ocasião das suas viagens.
 
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Pois foi sob a influência do Mestre Pestalozzi que o professor Rivail transformou-se num dos mais notáveis pedagogos, linguista e cientista da história da França, publicando mais de 20 livros didáticos, versando sobre educação e ciências, além de célebres traduções, livros esses que em sua maioria foram premiados pelas principais sociedades de ciências da sua época, sendo alguns editados até a atualidade.
 
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O professor Rivail, adotando o pseudônimo Allan Kardec, publicou "O Livro dos Espíritos" em 1857. OLE é primeira obra espírita, marco inicial do espiritismo. Ele é o alicerce, e ao mesmo tempo toda a estrutural geral do edifício da doutrina espírita.
 
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O Livro dos Espíritos se inicia com a introdução, e o prolegômenos (texto preliminar), onde o Codificador resumiu os princípios fundamentais do espiritismo. Com essa introdução e o prolegômenos, Allan Kardec colocou o espiritismo na vanguarda de uma disciplina considerada hoje indispensável em todas as escolas de estudos superiores, de Ciência, Filosofia, Artes e Técnicas: a disciplina dos estudos introdutórios.
 
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A obra de Allan Kardec “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples”, é uma obra classificada como introdutória, que faz o desdobramento, e o aprofundamento, da introdução e do prolegômenos de OLE, juntamente com outros opúsculos, como o livro “O que é o espiritismo”. Os estudantes conscienciosos da Doutrina compreendem a atualidade permanente das obras Kardecianas, incluindo as de iniciação ao espiritismo. Eles são os livros de eleição para os que desejam começar seus estudos
 
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O livreto “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples” oferece aos interessados na doutrina espírita um roteiro bem resumido e de compreensão imediata, com explicações rápidas, colocando os princípios espíritas ao alcance daqueles que possuem dificuldades em ler, entender e interpretar textos. Trata-se, portanto, de um livreto de valor inestimável para os países com altos níveis de analfabetismo funcional. É, também, uma obra de fácil compreensão pelas crianças.

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Mas que ninguém se iluda, pois mesmo espíritas tarimbados terão muito que aprender com “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples”, pois o livro oferece, aos mais estudiosos espíritas, a possibilidade de reavivar a memória, reajustar a visão global de temas, e não raro, chamar a atenção para certas questões que escaparam a uma apreciação apurada das obras fundamentais do Pentateuco Kardeciano.
 
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Reiteramos que “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples” é um livro pequeno em tamanho, mas de uma elevada importância, sobretudo por colocar o espiritismo ao alcance de todos os graus de inteligência, e tão grande é o seu valor que o próprio Allan Kardec rogou para a obra o zelo de todos dos verdadeiros espíritas, para que ajudassem na sua propagação.
 
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Em decorrência disso, atendamos ao pedido do Codificador, contribuindo na divulgação das obras introdutórias. Façamos de “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples”, “O que é o espiritismo” e “Instruções Práticas Sobre as Manifestações Espíritas” os livros de escolha para os Estudos Sistematizados da Doutrina, em nossas Casas Espíritas. 

Estudando as Obras Kardecianas, usando as próprias Obras Kardecianas


Gostaria de compartilhar com vocês um excelente trabalho, desenvolvido pelo IPEAK: o ROTEIRO DE ESTUDOS DAS OBRAS KARDECIANAS.

Ele usa “Kardec” para estudar o próprio “Kardec”, colocando os “Textos Relacionados” ao item no final da janela.

Você deve clicar em “ver bibliografia”.


"O Livro dos Espíritos" é a pedra fundamental ou o marco inicial do espiritismo. Entretanto, ele não só é o alicerce do edifício da doutrina espírita, mas também é o seu próprio delineamento, o seu núcleo central e ao mesmo tempo as vigas de sustentação, os pilares, as lajes, o arcabouço, enfim, toda a estrutura geral de todo o edifício da doutrina.

Os demais livros da Revelação Espírita partem do seu conteúdo. Temas aflorados nas perguntas de "O Livro dos Espíritos" vão ser desenvolvidos totalmente nas outras obras Kardecianas, portanto, o legado de Allan Kardec se apresenta como um todo, homogêneo, consequente, inter-relacionado, interconectado e interdependente.

Conforme a orientação do próprio Codificador, a coleção dos doze anos da Revista Espírita deve ser encarada como a verdadeira obra complementar, ou subsidiária, do espiritismo, e estudada como tal, paralelamente às Obras Fundamentais.

Vale ainda relembrar o valor permanente das obras introdutórias, ou de iniciação, do Espiritismo, a saber: “O que é o espiritismo”, “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples” e “Instruções Práticas Sobre as Manifestações Espíritas”, livros que desdobram a introdução e prolegômenos de OLE.

No livro “Viagens Espíritas em 1862”, Allan Kardec oferece as mais lúcidas diretrizes para o fortalecimento dos grupos espíritas, e as mais luminosas e seguras orientações ao Movimento Espírita, para a organização, a administração e a liderança das instituições espíritas.

A proposta do “ROTEIRO DE ESTUDOS DO IPEAK” vem justamente ao encontro desse entendimento: estudar “Kardec” usando o próprio “Kardec”.

Forte abraço, Fabiano.


 

Natal

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Artigo: AUTOPROMOÇÃO


AUTOPROMOÇÃO
 
Autor Fabiano Pereira Nunes
Artigo publicado na REVISTA CULTURA ESPÍRTA, do Instituto de Cultura Espírita do Brasil, ICEB, ano IV, n 45, dezembro/2012.
 
Define-se autopromoção como a prática de alardear os próprios atos, atributos ou méritos(1).
 
Consequência natural do anseio pelo reconhecimento notório, quando é vivenciada de forma equilibrada pode lograr justos benefícios nas esferas pessoal e profissional, conquanto, quando desmedida, também pode levar a resultados muito perturbadores.
 
E diante do desafio de se obter o salutar equilíbrio entre não ufanar-se dos próprios atributos e labutar por um justo prestígio, nunca será demais recordar que temos em Jesus o tipo da perfeição moral a que a humanidade pode pretender na Terra(2).
 
Na narração contida em O Evangelho Segundo Mateus(3) encontraremos singular reflexão, à propósito da passagem sobre a profissão de fé e primado de Pedro(3).
 
Chegando Jesus ao território de Cesaréia de Filipe, perguntou aos discípulos quem dizem os homens ser o Filho do Homem, e eles responderam que uns afirmavam que o Filho do Homem é João Batista, outros que é Elias, outros, ainda, que é Jeremias ou um dos profetas. Em vista disso, Jesus outra vez interrogou a eles: “e vós, quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro, respondeu-Lhe “Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo”, ao que Jesus obtemperou: “afortunado és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi carne ou sangue que te revelaram isso, e sim o meu Pai que está nos Céus. Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Comunidade, e as portas do Inferno nunca prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus e o que ligares na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus”.
 
Em seguida, Jesus - severamente - proibiu aos discípulos de propagarem que Ele é o Cristo.
 
Natural indagarmos por qual razão teria Jesus, com tanta contundência, coibido aos Seus discípulos divulgarem ser Ele o Cristo?
 
Insofismável, encontraremos a exegese mais lógica, racional e inspirada para todo nó interpretativo do Novo Testamento na vasta literatura publicada pelo Codificador do Espiritismo, Allan Kardec.
 
Conforme elucida insigne Exegeta de Lion(4), Jesus anelava que o povo descobrisse Sua condição Messiânica não pela propaganda daqueles que O seguiam, mas pela observação da sua vida e virtudes. Notaremos, claramente, tal intenção também na passagem em que João Batista Lhe envia seus discípulos, para perguntarem se Ele era o Cristo, ao que Jesus, de maneira surpreendente, não respondeu “Eu o sou”. Haja vista que qualquer falso-messias poderia dessa forma intitular-se, Ele não lhes fala nem de seus prodígios, nem de coisas extraordinárias, nada obstante, simplesmente respondeu: “Ide dizer a João: os cegos vêem, os doentes são curados, os surdos ouvem, e o Evangelho é anunciado aos pobres.” Allan Kardec prossegue esclarecendo que isto era o mesmo que lhes dizer “Reconhecei-me pelas minhas obras, julgai a árvore pelo fruto”, visto que esse era o verdadeiro caráter da sua missão divina.
 
Segundo o ensino do Codificador(5), O Cristo não somente ensinara a Lei de Deus, como também dera o exemplo da prática dessa Lei, através da sua caridade, sua mansuetude, sua humildade, e sua paciência ao sofrer, sem queixas, os tratamentos mais ignominiosos e as mais acerbas dores.
 
Interessante notar, igualmente, o atilamento da resposta dos Bons Espíritos, publicada na questão 625 de O Livro dos Espíritos(2), acerca de qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo: “voyez Jésus”, isto é, “vede Jesus”, “olhe Jesus”, ou ainda “observe Jesus”.
 
Historicamente, acredita-se que Jesus falava um dialeto semítico muito específico, o aramaico da Galileia(6). Além desse, ao Seu tempo o aramaico ainda possuiria sete subgrupos, como o aramaico samaritano e o aramaico da Judeia. Afora os dialetos de aramaico, o grego era usado extensivamente nos centros urbanos. O hebraico era a lingua culta das Sagradas Escrituras Judaicas, não falada usualmente. Poder-se-ia concluir, pois, que haveria uma grande dificuldade do povo, não Galileu, em entender o significado das exatas palavras de Jesus, devido ao regionalismo linguístico. Soma-se a isso o fato - bíblico - de enormes multidões estarem sempre junto Dele, o que tornaria muito dificultoso ouvir Suas pregações.
 
Por conseguinte, toda a Sua doutrina foi apreendida pelo povo vendo-O em ação, pela observação direta de Sua vida - reta e feliz, a despeito de todas as vicissitudes - plena em caridade irrestrita, abastada em amizades, usufruindo a prazer de bem viver os valores morais e espirituais.
 
Não nos preocupemos, porquanto, em ter reconhecidos e divulgados nossos méritos. Resistamos à ânsia pelos confetes mundanos. Se esses méritos – de fato – existirem o tempo se encarregará de adequar-nos o justo valor. Vivamos em prol das conquistas morais, cujo reconhecimento só ocorrerá de nós para conosco e para com Deus, sempre convictos de que somente o desenvolvimento moral pode transformar, para melhor, todos os setores da nossa vida.
 
 
 
Referências bibliograficas:
 
1.      HOUAISS, Antonio; Dicionário Eletrônico Houaiss da Língua Portuguesa, versão 1.0. Editora Objetiva Ltda. 2009.
 
2.      KARDEC, Allan. Le Livre Des Esprits. Quatorzième Édition. Didier Et Cie Libraires-Éditeurs, Paris: 1866. Q.625. p. 268. As primeiras edições francesas de O Livro dos Espíritos, assim como as demais obras de Allan Kardec, podem ser lidas no site “Google Livros”, através da URL http://books.google.com.br/books?id=XC44AAAAMAAJ&dq=le%20livre%20des%20esprits&hl=pt-br&pg=PP7#v=onepage&q&f=false
 
3.      BÍBLIA. Português. Bíblia de Jerusalém. Nova edição rev. e ampl. São Paulo: Paulus, 2002. 3 a. Impressão: 2004. O Evangelho Segundo Mateus, cap. 16, versículos 13 ao 20. p. 1733-4.
 
4.      KARDEC, Allan. A Gênese. Os Milagres e As Predições Segundo o Espiritismo. Tradução de Albertina Escudeiro Sêco. 2. Ed., Rio de Janeiro, Leon Denis Gráfica e Editora: 2007. Cap. XV. Item 27. p. 349.
 
5.      KARDEC, Allan. A Gênese. Os Milagres e As Predições Segundo o Espiritismo. Tradução de Albertina Escudeiro Sêco. 2. Ed., Rio de Janeiro, Leon Denis Gráfica e Editora: 2007. Cap. XI. Item 46. p. 254-5.
 
6.      Aramaico. In: Wikipédia – A enciclopédia livre. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Aramaico#Dialetos_falados_na_.C3.A9poca_de_Jesus . Acesso em outubro de 2012.

Lucas 4: 25 - 26 (Programa de 12 de dezembro de 2012)

 
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BÍBLIA. Português. Bíblia de Jerusalém. Nova edição rev. e ampl. São Paulo: Paulus, 2002. 3 a. Impressão: 2004. O Evangelho Segundo Lucas 4:14-30 p. 1794-5
 
JESUS INAUGURA SUA PREGAÇÃO - JESUS EM NAZARA
 
PASSAGENS PARALELAS ENCONTRADAS EM MARCOS 6, 1-6 E MATEUS 13, 58-8.23
 
Lucas 4: 25 De fato, eu vos digo que havia em Israel muitas viúvas nos dias de Elias, quando por três anos e seis meses o céu permaneceu fechado e uma grande fome devastou toda a região;
 
Jesus se refere a seguinte passagem bíblica:
 
# A ressurreição do filho da viúva17Depois disso, aconteceu que o filho dessa mulher, dona da casa, adoeceu e seu mal foi tão grave que ele veio a falecer. 18Então ela disse a Elias: "Que há entre mim e ti, homem de Deus? Vieste à minha casa para reavivar a lembrança de minhas faltas e causar a morte do meu filho!" 19Ele respondeu: "Dá-me teu filho." Tomando-o dos braços dela, levou-o ao quarto de cima onde morava e colocou-o sobre seu leito. 20Depois clamou a Iahweh, dizendo: "Iahweh, meu Deus, até a viúva que me hospeda queres afligir, fazendo seu filho morrer?" 21Estendeu-se por três vezes sobre o menino e invocou Iahweh: "Iahweh, meu Deus, eu te peço, faze voltar a ele a alma deste menino!" 22Iahweh atendeu à súplica de Elias e a alma do menino voltou a ele e ele reviveu. 23Elias tomou o menino, desceu-o do quarto de cima para dentro da casa e entregou-o à sua mãe, dizendo: "Olha, teu filho está vivo." 24A mulher respondeu a Elias: "Agora sei que és um homem de Deus e que Iahweh fala verdadeiramente por tua boca!"
 
# A ressurreição do filho da viúva17Depois disso, aconteceu que o filho dessa mulher, dona da casa, adoeceu e seu mal foi tão grave que ele veio a falecer. 18Então ela disse a Elias: "Que há entre mim e ti, homem de Deus? Vieste à minha casa para reavivar a lembrança de minhas faltas e causar a morte do meu filho!" 19Ele respondeu: "Dá-me teu filho." Tomando-o dos braços dela, levou-o ao quarto de cima onde morava e colocou-o sobre seu leito. 20Depois clamou a Iahweh, dizendo: "Iahweh, meu Deus, até a viúva que me hospeda queres afligir, fazendo seu filho morrer?" 21Estendeu-se por três vezes sobre o menino e invocou Iahweh: "Iahweh, meu Deus, eu te peço, faze voltar a ele a alma deste menino!" 22Iahweh atendeu à súplica de Elias e a alma do menino voltou a ele e ele reviveu. 23Elias tomou o menino, desceu-o do quarto de cima para dentro da casa e entregou-o à sua mãe, dizendo: "Olha, teu filho está vivo." 24A mulher respondeu a Elias: "Agora sei que és um homem de Deus e que Iahweh fala verdadeiramente por tua boca!"
 
# Portanto, o grande profeta Elias foi usado como instrumento de Iahweh não para socorrer um israelita, mas sim uma mulher, gentia, natural de Sarepta na Síria. E paradoxalmente, os filhos de Israel ainda não haviam sido bafejados pelo socorro de  Iahweh.

ENCICLOPÉDIA DA BÍBLIA, organizada por John Drane


Caros amigos.

Gostaria de recomendar a excelente Enciclopédia da Bíblia, organizada por John Drane, que poderá ser encontrada nas grandes livrarias, como as Livraria Saraiva e da Travessa, por exemplo.

No entanto, vocês poderão Consultar e ler a Enciclopédia da Bíblia aqui mesmo no blog!

A imagem abaixo não é apenas uma figura, mas sim uma janela para acessar essaa Enciclopédia, que está hospedada no "Google Livros".

Bastar clicar na barra de rolagem ("setinhas") da figura abaixo, e as páginas do livro se abrirão para leitura.

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Bons estudos, fraternal abraço, Fabiano


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