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Obra Kardeciana: O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples (programa 1 em 27/02/13)


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O ESPIRITISMO NA SUA EXPRESSÃO MAIS SIMPLES

O suíço Johan H Pestalozzi foi o grande pioneiro da moderna pedagogia. No célebre Instituto de Yverdon, na suíça, o mestre Pestalozzi lançou as bases para a reforma de toda a ciência do ensino.

Dentre os seus mais eminentes discípulos destacou-se um moço, destinado a ser o Codificador do Espiritismo com o pseudônimo Allan Kardec, o jovem Hippolyte Léon Denizard Rivail, que Pestalozzi estimava como a um filho, e em quem reconhecia uma inteligência fora do comum, ao ponto de delegar ao adolescente Rivail, com 14 anos, a responsabilidade substitui-lo na condução dos cursos, por ocasião das suas viagens.

Pois foi sob a influência do Mestre Pestalozzi que o professor Rivail transformou-se num dos mais notáveis pedagogos, linguista e cientista da história da França, publicando mais de 20 livros didáticos, versando sobre educação e ciências, além de célebres traduções, livros esses que em sua maioria foram premiados pelas principais sociedades de ciências da sua época, sendo alguns editados até a atualidade.

O professor Rivail, adotando o pseudônimo Allan Kardec, publicou "O Livro dos Espíritos" em 1857. OLE é primeira obra espírita, marco inicial do espiritismo. Ele é o alicerce, e ao mesmo tempo a estrutural geral, do edifício da doutrina espírita.

O Livro dos Espíritos se inicia com a introdução e o prolegômenos (texto preliminar), onde o Codificador resumiu os princípios fundamentais do espiritismo. Com essa introdução e o prolegômenos, Allan Kardec colocou o espiritismo na vanguarda de uma disciplina considerada hoje indispensável em todas as escolas de estudos superiores, de Ciência, Filosofia, Artes e Técnicas: a disciplina dos estudos introdutórios.

A obra de Allan Kardec “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples”, é uma obra classificada como introdutória, que faz o desdobramento, e o aprofundamento, da introdução e do prolegômenos de OLE, juntamente com outros opúsculos, como o livro “O que é o espiritismo”. Os estudantes conscienciosos da Doutrina compreendem a atualidade permanente das obras Kardecianas, incluindo as de iniciação ao espiritismo. Eles são os livros de eleição para os que desejam começar seus estudos da doutrina espírita.

O livreto “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples” oferece aos interessados na doutrina espírita um roteiro bem resumido e de compreensão imediata, com explicações rápidas, colocando os princípios espíritas ao alcance daqueles que possuem dificuldades em ler, entender e interpretar textos. Trata-se, portanto, de um livreto de valor inestimável para os países com altos níveis de analfabetismo funcional. É, também, uma obra de fácil compreensão pelas crianças.

Mas que ninguém se iluda, pois mesmo espíritas tarimbados terão muito que aprender com “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples”, pois o livro oferece aos mais estudiosos espíritas a possibilidade de reavivar a memória, reajustar a visão global de temas, e não raro, chamar a atenção para certas questões que escaparam a uma apreciação apurada das obras fundamentais do Pentateuco Kardeciano.

Reiteramos que “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples” é um livro pequeno em tamanho, mas de uma elevada importância, sobretudo por colocar o espiritismo ao alcance de todos os graus de inteligência, e tão grande é o seu valor que o próprio Allan Kardec rogou para a obra o zelo de todos dos verdadeiros espíritas, para que ajudassem na sua propagação.

Em decorrência disso, atendamos ao pedido do Codificador, contribuindo na divulgação das obras introdutórias. Façamos de “O Espiritismo na Sua Expressão Mais Simples”, “O que é o espiritismo” e “Instruções Práticas Sobre as Manifestações Espíritas” os livros de escolha para os Estudos Sistematizados da Doutrina Espírita em nossas Casas Espíritas.

O APÓSTOLO DA VERDADE


Autor Fabiano Pereira Nunes. Publicado na REVISTA CULTURA ESPÍRITA, do Instituto de Cultura Espírita do Brasil, ano IV, n. 47, fevereiro de 2013. p. 15.

O APÓSTOLO DA VERDADE
 “Eu estou convosco, e meu apóstolo vos ensina.” O Espírito de Verdade1. Paris, 1861.

O suíço Johan H Pestalozzi foi o grande arauto da moderna pedagogia. No célebre Instituto de Yverdun, na Suíça, o mestre Pestalozzi lançou as bases para a reforma da Ciência do Ensino.

Dentre os seus mais eminentes discípulos destacou-se um moço, destinado a ser o Codificador do Espiritismo, o jovem Hippolyte Léon Denizard Rivail, que Pestalozzi estimava como a um filho, e em quem reconhecia uma inteligência fora do comum, ao ponto de delegar ao adolescente Rivail, com 14 anos, a responsabilidade de substituí-lo na condução dos cursos, por ocasião das suas viagens.

Pois foi sob a aura do Mestre Pestalozzi que o professor H. L.D. Rivail transformou-se num dos mais notáveis pedagogo, linguista e cientista da história da França, publicando mais de 20 livros didáticos, versando sobre educação pública, matemática, história, física, química, fisiologia, astronomia, língua francesa e outros idiomas, assim com célebres traduções, livros esses que em sua maioria foram premiados pelas principais sociedades de ciências e artes da sua época, alguns deles ainda editados até a atualidade. O Governo Francês disponibilizou obras do insigne Mestre de Lyon na Internet, digitalizadas no acervo virtual da Bibliothèque Nationale de France2.

O professor  Rivail adotou o pseudônimo Allan Kardec para a autoria de suas obras espíritas, para que as pessoas analisassem as ideias contidas nos livros espíritas sem levar em consideração seu enorme prestígio pessoal, e a excelente reputação de suas publicações anteriores. Foram cerca 30 livros espíritas no idioma francês, e hoje contamos com mais de 22 obras Kardecianas em português.

O professor Allan Kardec, era portador de uma raríssima capacidade de trabalho, de uma genial antevisão, e de uma férrea determinação em solucionar todas as questões relativas à interpretação dos Evangelhos de Jesus. Por isso dedicou mais de uma década ao trabalho de estudar os Textos Sagrados, a fim de descobrir o significado original das máximas de Jesus, anelando interpretar as palavras do Cristo conforme os destinatários originais devem tê-la ouvido, possibilitando desvendar qual era a intenção original do Nazareno ao pronunciá-las, imergindo ao mais profundo do seu significado.

Graças a sua elevadíssima estatura espiritual, ao seu agudo senso de professor detentor de enciclopédico conhecimento linguístico e científico, mas sobretudo, graças também a intensa e constante assistência de O Espírito de Verdade e Sua Equipe Espiritual, Allan Kardec realizou a mais excelente hermenêutica para O Novo Testamento, desvelando o sentido e o significado essenciais dos ensinos de Jesus, desenvolvendo a mais abrangente interpretação das Sagradas Escrituras, sempre à luz das Leis de Deus ou Leis Naturais.

Como exemplo, poder-se-ia observar a qualidade didática do legado do Codificador no texto contido em O Evangelho Segundo o Espiritismo3, em que o Apóstolo de O Espírito de Verdade elucida-nos que as matérias contidas nos Evangelhos podem ser divididas em cinco partes: os milagres; as predições; as palavras que serviram para o estabelecimento dos dogmas da Igreja; o ensinamento moral; e os atos comuns da vida do Cristo.

Essas divisões são, corajosamente, estudadas permeando todas as obras publicadas pelo Codificador do Espiritismo. Nada obstante, para fins didáticos, poder-se-ia atribuir uma obra Kardeciana para o estudo de cada parte, a saber:

a) Os milagres de Jesus: são analisados e elucidados na obra “A Gênese, Os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo”;

b) As predições ou profecias dos evangelhos: avaliadas e explicadas na obra “A Gênese, Os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo”;

c) As palavras que serviram para o estabelecimento dos dogmas da Igreja: criticadas e esclarecidas na obra “O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo”.

d) O ensinamento moral: desenvolvido no livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo”;

e) Os atos comuns da vida do Cristo: não por acaso, Allan Kardec não desenvolveu os aspectos históricos e historiográficos da vida de Jesus de Nazaré, em nenhuma de suas obras. Pedimos licença ao querido leitor para só desenvolver o item “e” posteriormente em oportuno artigo, adiantando, porém, que não é objetivo essencial do espiritismo concorrer com as ciências, mormente as ciências históricas. Caberá à própria ciência desvelar os fatos históricos da vida do Cristo.

Reflitamos, conquanto, sobre a missão do espiritismo na sua condição de doutrina cientifica e filosófica, com consequências morais e religiosas: restabelecer o cristianismo ao seu sentido puramente espiritualista4

Nas obras de Allan Kardec encontram-se as magistrais dissertações filosóficas e morais para as máximas e ensinos evangélicos. E na busca das mais excelentes exegese e hermenêutica para os evangelhos, lembremo-nos das palavras do espírito João, o evangelista: [...] “Meus bem-amados, eis chegados os tempos em que os erros, explicados, se tornarão verdades; nós vos ensinaremos o sentido exato das parábolas, e vos mostraremos a correlação poderosa que une o que foi ao que é. Em verdade, vos digo: a manifestação espírita vai crescer no horizonte, e eis aqui o seu enviado (Allan Kardec) que vai resplandecer como o Sol sobre o cume das montanhas5.”

REFERÊNCIAS
1.         KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Albertina Escudeiro Sêco. 5. Ed., Rio de Janeiro, CELD Ed: 2010, cap. VI, item 6. P. 135
2.         O prezado leitor poderá fazer o download de algumas obras escrevendo o nome “H. L. D. Rivail” no espaço para busca do site da Bibliothèque Nationale de France, em < http://gallica.bnf.fr/?lang=PT >
3.         KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Albertina Escudeiro Sêco. 5. Ed., Rio de Janeiro, CELD Ed: 2010, Introdução, item 1. p. 19-22.
4.         Idem. KARDEC, Allan. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano sexto, novembro de 1863. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 3. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. p. 476.
5.         Idem. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Albertina Escudeiro Sêco. 5. Ed., Rio de Janeiro, CELD Ed: 2010, cap. VIII, item 18. p. 161.

Programa do dia 06 de fevereiro de 2013: Reflexões sobre a O EVG sgdo Mateus cap. 5


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BÍBLIA. Português. Bíblia de Jerusalém. Nova edição rev. e ampl. São Paulo: Paulus, 2002. 3 a. Impressão: 2004. O Evangelho Segundo Lucas 4:14-30 p. 1794-5
JESUS EM NAZARÉ
PASSAGENS PARALELAS ENCONTRADAS EM MARCOS 6, 1-6 E MATEUS 13, 58-8.
Lucas 4:
24 Mas em seguida acrescentou: "Em verdade vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria.
25 De fato, eu vos digo que havia em Israel muitas viúvas nos dias de Elias, quando por três anos e seis meses o céu permaneceu fechado e uma grande fome devastou toda a região;
26 Elias, no entanto, não foi enviado a nenhuma delas, exceto a uma viúva, em Sarepta, na região de Sidônia.
27 Havia igualmente muitos leprosos em Israel no tempo do profeta Eliseu; todavia, nenhum deles foi purificado, a não ser o sírio Naamã".
28 Diante dessas palavras, todos na sinagoga se enfureceram.
29 E, levantando-se, expulsaram-no para fora da cidade e o conduziram até um cimo da colina sobre a qual a cidade estava construída, com a intenção de precipitá-lo de lá.
30 Ele, porém, passando pelo meio deles, prosseguia seu caminho...

# Interpretação de Allan Kardec para a postura de Jesus, refutando conceitos da Lei Mosaica

O Evangelho segundo o Espiritismo » Capítulo I - Não vim destruir a lei » Moisés

O Evangelho segundo o Espiritismo » Capítulo I - Não vim destruir a lei » O Cristo » O Cristo

#artigo; “EU, PORÉM, VOS DIGO”
Artigo publicado na REVISTA CULTURA ESPÍRITA, do Instituto de Cultura Espírita do Brasil, ano II, n. 21, dezembro de 2010, p. 15.
Notáveis pesquisadores têm defendido a tese de que o “Jesus Histórico” teria assumido uma postura revolucionária(1), face às práticas correntes na sociedade religiosa do Seu tempo.
Realmente, para vários estudiosos das ciências históricas, a análise das assertivas contidas nos Evangelhos desvelaria a atitude de um religioso Judeu do Mediterrâneo(2) em antítese com os preceitos judaicos vigente à Sua época, que, por conseguinte, poder-se-ia considerar como um sedicioso.
Por exemplificação, observa-se na Pregação do Monte, conforme descrita no capítulo cinco de O Evangelho Segundo Mateus, um inequívoco intuito de desconstruir um pensamento vigente, substituindo-o por um conceito totalmente novo. O Mestre Amantíssimo empregara repetidas vezes a expressão: “Ouvistes que foi dito aos antigos (...)”, acompanhada, a seguir, de uma citação dos Livros Mosaicos; e concluindo a elocução, conduzira o pensamento dos ouvintes a uma nova interpretação da Lei Divina, ao aplicar expressão “Eu, porém, Vos digo (...)”.  Por tal razão, àquele tempo Jesus fora perseguido pelas autoridades do Templo de Jerusalém como um antagonista das Leis de Moisés, conquanto Seus discursos fariam frontal contradita ao Pentateuco Mosaico.
Escrevera Moisés no Torá:
Êxodo, 21:24-25; olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, queimadura por queimadura, ferida por ferida, golpe por golpe.
Levítico, 24:19-21; Quando também alguém desfigurar o seu próximo, como ele fez, assim lhe será feito: quebradura por quebradura, olho por olho, dente por dente; como ele tiver desfigurado a algum homem, assim se lhe fará. Quem, pois, matar um animal restituí-lo-á; mas quem matar um homem será morto.
Nada obstante, pregara Jesus no Monte das Beatitudes:
Mateus, 5:38 -39;  Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente.  Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra.
Mateus 5:43-44;  Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.
Em a perspectiva histórica, torna-se, pois, melhor compreensível o porquê da não aceitação - pela Religião Judaica - da condição Messiânica de Jesus.
Conquanto, dezenove séculos após, Allan Kardec, pseudônimo do eminente cientista e pedagogo francês Hipollyte Léon Denizard Rival - Apóstolo fiel e incansável de O Espírito de Verdade - elucida, definitivamente, tal problemática, em admirável hermenêutica(3):
“[...] A moral ensinada por Moisés era apropriada ao estado de adiantamento em que se encontravam os povos a quem ela estava destinada a regenerar. Esses povos, semi-selvagens quanto ao aperfeiçoamento da alma, não teriam compreendido que se pudesse adorar a Deus sem a realização de holocaustos, nem que fosse preciso perdoar a um inimigo. A inteligência deles, notável sob o ponto de vista da matéria e mesmo sob o das artes e das ciências, era muito atrasada em moralidade, e não seria convertida sob o domínio de uma religião inteiramente espiritual. Era-lhes necessária uma representação semi-material, como a que a religião hebraica lhes oferecia. Os holocaustos falavam aos seus sentidos, enquanto a idéia de Deus falava ao seu espírito. O Cristo foi o iniciador da moral mais pura, mais sublime; da moral evangélico-cristã que deve renovar o mundo, aproximar os homens e torná-los irmãos; que deve fazer jorrar de todos os corações humanos a caridade e o amor ao próximo, e criar, entre todos os homens, uma solidariedade comum; enfim, de uma moral que há de transformar a Terra, e dela fazer uma morada para espíritos superiores aos que hoje a habitam. É a lei do progresso, à qual a Natureza está submetida, que se cumpre, e o Espiritismo é a alavanca da qual Deus se utiliza para fazer a humanidade avançar. [...]”3
Outrossim, deveras relevante a perspectiva descortinada pela ciência médica, em transcendente aliança com a Doutrina Espírita. Em artigo publicado na revista Psychological Science(4), pesquisadores da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, observaram que orar pelo bem do cônjuge auxilia na disposição por perdoá-lo, sobretudo quando a oração for feita na iminência de conflitos. No trabalho científico, as pessoas deveriam, em primeiro lugar, fazer uma descrição da pessoa por quem fariam a oração. Depois de apenas uma oração, os voluntários se mostraram mais dispostos a compreender o ponto de vista do outro e aceitar suas desculpas, em claro processo de empatia. O estudo científico descreve, do mesmo modo, um segundo experimento no qual os voluntários fizeram orações diárias por um amigo próximo durante quatro semanas, também demonstrando o poder apaziguador da prece.
Ao fanal da ciência e da Exegese Kardeciana, apreenderemos, porquanto, que Jesus não fora um subversor das Escrituras Sagradas, mas, ao contrário, notabilizara-se como O Mais Perfeito Intérprete das Leis Divinas, na história da civilização humana.

1.    MEIER, John P. Um Judeu Marginal: repensando o Jesus histórico. Vol. I. Rio de Janeiro, Imago Ed: 1993.
2.    CROSSAN, John D. Jesus, Uma Biografia Revolucionária. Rio de Janeiro, Imago Ed: 1995.
3.    KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Albertina Escudeiro Sêco. 1. Ed., Rio de Janeiro, CELD Ed: 2008. Cap.I, item 9.
4.    Comprovação do poder pacificador da oração. In: Revista Mente e Cérebro, edição online. Março de 2010. Capturado de <http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/comprovacao_do_poder_pacificador_da_oracao.html> em 01 de outubro de 10.


ENCICLOPÉDIA DA BÍBLIA, organizada por John Drane


Caros amigos.

Gostaria de recomendar a excelente Enciclopédia da Bíblia, organizada por John Drane, que poderá ser encontrada nas grandes livrarias, como as Livraria Saraiva e da Travessa, por exemplo.

No entanto, vocês poderão Consultar e ler a Enciclopédia da Bíblia aqui mesmo no blog!

A imagem abaixo não é apenas uma figura, mas sim uma janela para acessar essaa Enciclopédia, que está hospedada no "Google Livros".

Bastar clicar na barra de rolagem ("setinhas") da figura abaixo, e as páginas do livro se abrirão para leitura.

Caso a janela apareça "em branco", clique em "conteúdo", no topo dessa figura, e a enciclopédia será carregada no blog novamente.





Bons estudos, fraternal abraço, Fabiano


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