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A VERDADEIRA APARÊNCIA DE JESUS

A VERDADEIRA APARÊNCIA DE JESUS
Autor: Fabiano P Nunes

Artigo publicado na REVISTA CULTURA ESPÍRITA, do ICEB, ano III, n.28, julho de 2011, p. 15.

Por mais de dois milênios o enigma da real aparência de Jesus tem sido motivo de infindáveis especulações, inquietando o imaginário de religiosos, devotos, artistas e investigadores científicos.

Desde a época da renascença cultural, a arte tem sido inspirada por modelos de um homem-Jesus com finos e belos traços europeus, olhos azuis e cabelos com matizes do louro. Conquanto esse arquétipo mental continue dominando o psiquismo de grande parte da cristandade até os dias atuais, não existem evidências histórico-científicas que confirmem tal pressuposição.

Sob o rigor do método científico, a carta dirigida pelo senador Públio Lêntulus – personagem ainda não identificado pelos historiadores1 - ao imperdor romano Tibério, contendo uma descrição física e moral de Jesus, tem sido considerada apócrifa2, por ora.

De igual modo, a autenticidade de O Sudário de Turim – o lençol de linho longo e desigual que exibe a imagem, frente e costas, de um indivíduo crucificado, a qual muitos acreditam pertencer a Jesus – tem sido duramente contestada por renomados pesquisadores3, sobretudo em função dos resultados de testes com o carbono-14 feitos em fragmento do Sudário, que não demonstraram uma datação compatível com o século I. O assunto da legitimidade do Sudário ainda carece de maiores verificações científicas para lograr concordância na comunidade científica.

Além disso, nenhum dos oito autores - nove, para os exegetas que não consideram Paulo como o autor da Epístola aos Romanos - dos 27 livros que compõem o Novo Testamento ofereceu qualquer informação direta quanto aos aspectos corporais de Jesus, levando muitos pesquisadores a acreditarem que a feição de Jesus não apresentaria diferenças em relação aos traços faciais característicos do grupo étnico hebreu da região da Judeia, como pode, por exemplo, ser inferido pela análise dos relatos evangélicos sobre a prisão de Jesus no Jardim do Getsêmani. Naquela ocasião, os soldados do Templo de Jerusalém não conseguiram distingui-Lo dentre os demais discípulos, sendo necessária a autodenominação feita por Jesus e o beijo de Judas Iscariotes, para que se Lhe identificassem sem equívocos4.

Por outro lado, há indícios bíblicos de que a aparência de Jesus viria ser bastante desgastada pelas duras pelejas de sua vida. No livro de Isaías5, o profeta que trouxera as ricas anunciações sobre o advento do Messias Hebreu, nos oferece as notícias proféticas acerca do Ungido de Deus:

Ele cresceu diante dele como um renovo, como raiz que brota em terra árida; não tinha beleza nem esplendor que pudesse atrair o nosso olhar, nem formosura capaz de nos deleitar. Era desprezado e abandonado pelos homens, um homem sujeito à dor, familiarizado com o sofrimento, como uma pessoa de quem todos escondem o rosto; desprezado, não fazíamos caso nenhum dele.”

Poder-se-ia, ainda, fazer uma ilação sobre uma aparência envelhentada de Jesus no relato contido em O Evangelho Segundo João6:

Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu Dia. Ele o viu e encheu-se de alegria!" Disseram-lhe, então, os judeus: "Não tens ainda cinqüenta anos e viste Abraão!" Jesus lhes disse: "Em verdade, em verdade, vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU". Então apanharam pedras para atirar nele;”

Nesse relato do Evangelista João6, constata-se que Jesus fora confundido pelos Doutores da Lei com um homem de quase cinquenta anos, não obstante ainda fosse um moço com trinta e poucos anos, em virtude de uma vida especialmente áspera para com Ele: perseguições intermináveis desde a infância, orfandade e precoce arrimo à família, pobreza, trabalhos extenuantes, incompreensões e caridade ininterrupta com absoluto olvido de si mesmo.

A despeito do nobre esforço de investigadores em desvelar a aparência de Jesus, seria realmente importante conhecer Suas verdadeiras linhas físicas? Com base na, voluntária, inexistência de informes legada pelos Seus mais admiráveis discípulos, acreditamos que não.

Observaremos que Lucas de Antioquia, a quem são atribuídos a autoria de O Evangelho Segundo Lucas e de Atos dos Apóstolos, na condição de o primeiro investigador do “Jesus Histórico”, não dispensara qualquer atenção à Sua aparência fisionômica.

Outrossim, notaremos que Paulo de Tarso, o grande apóstolo que tivera a experiência de ver o Cristo na Sua condição de espírito puro (I Cor 9:1; I Cor 15:8), e com Ele se comunicar em várias ocasiões (Gal 1:12; I Cor 11: 23), cujas epístolas são consideradas magistrais dissertações acerca da doutrina cristã, igualmente não franqueara nenhuma consideração sobre as feições do Mestre, ainda que indiretamente.

Conquanto, é Allan Kardec - alcunha do cientista e pedagogo francês H.L.D. Rivail – quem, 143 anos antes dos grandes autores contemporâneos, apresenta a luz da exegese perfeita para mais esta temática, novamente desvelando extraordinária sintonia com o próprio pensamento do Cristo7. Em “A Gênese”8, o apóstolo do cristianismo da Idade Moderna9 lega à ciência hermenêutica admirável interpretação para a irrelevância do conhecimento da real feição de Jesus:

[...] “Como homem, tinha a organização dos seres carnais, mas como espírito puro, desprendido da matéria, devia viver mais da vida espiritual do que da vida corporal, da qual não possuía as fraquezas. Sua superioridade sobre os homens não resultava das qualidades particulares do seu corpo, mas das do seu espírito, que dominava a matéria de uma maneira absoluta, e da qualidade do seu perispírito, constituído da parte mais quintessenciada dos fluidos terrestres.” [...]

O espiritismo também tem por missão restituir o cristianismo ao seu sentido genuinamente espiritual9, porquanto, nesse capítulo, o fiel servo lionês de O Espírito de Verdade conduz-nos o entendimento acerca dos fanais que verdadeiramente devem arrebatar o cristão sincero: a vida, os ensinos e a obra do Cristo.

Consonante com a visão dos Evangelistas, de Paulo de Tarso e de Allan Kardec, apreende-se, pois, ser condição essencial para fazermos uma imersão na clareza diamantina dos ensinos de Jesus que libertemo-nos integralmente de toda e qualquer forma de idolatria, desvinculando-nos dos atavismos multisseculares que ainda possam se nos agrilhoar, com o fito de incorporarmos o exato espírito do cristianismo, definitivamente fixando-nos n alma seus sublimes e verazes conteúdos.

1.      Publius Lentulus. In: Wikipédia – A enciclopédia livre. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Publius_Lentulus. Acesso em abril de 2011.

2.      Oliveira, Therezinha. Estudos Espíritas do Evangelho. Campinas, SP: Allan Kardec Ed, 2005. 6. Ed. p. 110.

3.      Zugibe, Frederick T. Crucificação de Jesus. As conclusões surpreendentes sobre a morte de Cristo na visão de um investigador criminal. Tradução de Paulo Cavalcante. São Paulo: Ideia & Ação, 2008. 455 p.

4.      Debarros, Aramis C. Doze Homens, Uma Missão. Curitiba, PR: Editora Luz e Vida, 1999. 338p.

5.      BÍBLIA. Português. Bíblia de Jerusalém. Nova edição rev. e ampl. São Paulo: Paulus, 2002. 3 a. Impressão: 2004. Isaías, cap. 53, vers. 1-4, p. 1340.

6.      BÍBLIA. Português. Bíblia de Jerusalém. Nova edição rev. e ampl. São Paulo: Paulus, 2002. 3 a. Impressão: 2004. O Evangelho Segundo João, cap. 8, vers. 56-59, p. 1867.

7.      KARDEC, Allan. Obras Póstumas. Tradução de Guillon Ribeiro. 33. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003. Segunda parte, p. 307-308.

8.      KARDEC, Allan. A Gênese. Os Milagres e As Predições Segundo o Espiritismo. Tradução de Albertina Escudeiro Sêco. 2. Ed., Rio de Janeiro, CELD Ed: 2008. Cap. XV, item 2. p. 332

9.      KARDEC, Allan. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano sexto, novembro de 1863. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 3. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. p. 476. 

Programa dos dias 31 de julho e 03 de agosto de 2011

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# “À primeira questão – o Espiritismo é uma religião? – respondem os espíritas: Não; o Espiritismo não é uma religião, nem pretende ser uma religião”.
KARDEC, Allan: “Carta do Sr. Dombre a um Pregador.” A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano V, Setembro de 1862. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 3. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. p. 362.
# “Quereis, a todo custo, promover o Espiritismo à categoria de uma religião! Notai que ele jamais teve essa pretensão. [...]
[...]De tanto gritarem que é uma religião, as pessoas acabarão por crer”.
KARDEC, Allan: “Dissertações Espíritas – Os mártires do Espiritismo”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano V, abril de 1862. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 3. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. p. 175.
# "Mais bem observado depois que se vulgarizou, o Espiritismo vem derramar luz sobre grande número de questões, até hoje insolúveis ou mal compreendidas. Seu verdadeiro caráter é, pois, o de uma ciência e não de uma religião".
Kardec, Allan. O Que é o Espiritismo. Capítulo I, Terceira conversação: O Padre. Tradução Albertina Escudeiro Sêco. 3. Ed. Rio de Janeiro: CELD, 2010. p. 112.
# "Eis por que, sem ser uma religião, o Espiritismo se prende essencialmente às idéias religiosas, desenvolve-as naqueles que não as possuem, fortifica-as nos que as têm incertas".
Kardec, Allan. O Que é o Espiritismo. Capítulo I, Terceira conversação: O Padre. Tradução Albertina Escudeiro Sêco. 3. Ed. Rio de Janeiro: CELD, 2010. p. 133.
# “O Espiritismo é uma Ciência ou, melhor dizendo, uma Filosofia espiritualista, que ensina a moral. “Não é uma Religião, pois não tem dogmas, nem culto, nem sacerdotes, nem artigos de fé; é mais que uma filosofia, porque sua doutrina é estabelecida sobre a prova certa da imortalidade da alma”.
KARDEC, Allan: “O Espiritismo Segundo os Espíritas”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano IX, Fevereiro de 1866. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. p. 56-7.
# “Não é uma seita política, como não se trata de uma seita religiosa; é a constatação de um fato que não pertence mais a um partido do que a eletricidade e as estradas de ferro; é, insisto, uma doutrina moral, e a moral está em todas as religiões, em todos os partidos”.
KARDEC, Allan: “Discurso do Sr. Allan Kardec”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano IV, Outubro de 1861. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. p. 437.
# “O Espiritismo, portanto, longe de ser o antagonista da religião, é o seu auxiliar; e a prova é que conduz às idéias religiosas os que as haviam repelido. Em resumo, jamais o Espiritismo aconselhou a mudança de religião, nem o sacrifício de suas crenças; não pertence particularmente a nenhuma religião, ou, melhor dizendo, está em todas elas”
KARDEC, Allan: “Discurso do Sr. Allan Kardec”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano IV, Outubro de 1861. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. p. 438.
# Pergunta: Pode-se esperar o estabelecimento de uma religião universal? Resp. – Não; não no nosso planeta, ou, pelo menos, não antes que tenha feito progressos. Por enquanto, milhares e milhares de gerações ainda não o verão.
KARDEC, Allan: “A lei de Moisés e a lei do Cristo”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano IV, março de 1861. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. p. 144-5.
# O Espiritismo é uma opinião, uma crença; mesmo que fosse uma religião, por que não se teria a liberdade de dizer que se é espírita, como se tem a de dizer que se é católico, judeu ou protestante, partidário desta ou daquela doutrina filosófica, deste ou daquele sistema econômico?
Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulo XXVIII, Preces Espíritas, item 51, Prefácio. Tradução Albertina Escudeiro Sêco. 1. Ed. Rio de Janeiro: CELD, 2008. p. 280.
# “Deixemos, pois, que os zombeteiros riam à vontade, visto ser isso que lhes apraz; fá-lo-ão à custa do espírito. Riem bastante da religião: por que não haveriam de rir do Espiritismo, que é apenas uma ciência?”
KARDEC, Allan: ”Diatribe”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano II, março de 1859. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 3. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2009. p. 102.
# “Intitulais vosso artigo: “Uma nova religião em Paris”. Admitindo que tal fosse, com efeito, o caráter do Espiritismo, aí haveria um primeiro erro, considerando-se que ele está longe de circunscrever-se a Paris. Conta milhões de aderentes espalhados nas cinco partes do mundo e Paris não foi o foco primitivo. Em segundo lugar, o Espiritismo é uma religião? Fácil é demonstrar o contrário”.
KARDEC, Allan: ”Refutação de um Artigo do ‘Univers’. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano II, maio de 1859. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 3. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2009. p. 205.
# "Quereis a todo custo que o Espiritismo seja uma seita, quando ele não aspira senão ao título de ciência moral e filosófica, respeitando todas as crenças sinceras”.
KARDEC, Allan: “A ‘Bibliografia Católica’ Contra o Espiritismo”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano IV, janeiro de 1861. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. p. 31.
# “O Espiritismo, sendo independente de qualquer forma de culto, não prescrevendo nenhum deles, não se ocupando de dogmas particulares, não é uma religião especial, pois não tem nem seus padres nem seus templos”.
Kardec, Allan. O Espiritismo em sua Expressão Mais Simples e Outros Opúsculos de Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2006. p. 36.
# “O Espiritismo vem, por sua vez, não como uma religião, mas como doutrina filosófica, trazer a sua teoria, apoiada no fato das manifestações”.
KARDEC, Allan: “Conseqüências da Doutrina da Reencarnação sobre a Propagação do Espiritismo”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano V, abril de 1862. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 3. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. p. 154.
# “Se o Espiritismo tem meios de dissipar dúvidas que a religião é incapaz de destruir, é porque oferece recursos que a religião não possui, pois, do contrário, não haveria um só incrédulo na religião católica”.
KARDEC, Allan: “Segunda Carta ao Padre Marouzeau”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano VI, setembro de 1863. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 3. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. p. 375.
# “Quem primeiro proclamou que o Espiritismo era uma religião nova, com seu culto e seus sacerdotes, senão o clero? Onde se viu, até agora, o culto e os sacerdotes do Espiritismo? Se algum dia tornar-se uma religião, é o clero que o terá provocado”.
KARDEC, Allan: “Reclamação do Abade Barricand”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano VII, julho de 1864. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. p. 270.
# “Nas reuniões espíritas, a prece predispõe ao recolhimento, à gravidade, condição indispensável, como se sabe, para as comunicações sérias. Significa dizer que devem ser transformadas em assembleias religiosas? Absolutamente. O sentimento religioso não é sinônimo de sectário de uma religião; deve-se mesmo evitar o que poderia dar às reuniões este último caráter. É com esse objetivo que temos desaprovado constantemente as preces e os símbolos litúrgicos de um culto qualquer. Não se deve esquecer que o Espiritismo tem em vista a aproximação das diversas comunhões;”
KARDEC, Allan: “Considerações Sobre a Prece no Espiritismo”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano IX, janeiro de 1866. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. p. 21.
# “O Espiritismo é uma doutrina filosófica de efeitos religiosos, como qualquer filosofia espiritualista, pelo que forçosamente vai ter às bases fundamentais de todas as religiões: Deus, a alma e a vida futura. Mas, não é uma religião constituída, visto que não tem culto, nem rito, nem templos e que, entre os seus adeptos, nenhum tomou, nem recebeu o título de sacerdote ou de sumo-sacerdote. Estes qualificativos são de pura invenção da crítica”.
KARDEC, Allan: “Ligeira Resposta aos Detratores do Espiritismo”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano XII, setembro de 1869. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 1. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. p. 359.
# “O Espiritismo é uma doutrina moral que fortalece os sentimentos religiosos em geral e se aplica a todas as religiões; é de todas, e não pertence a nenhuma em particular. Por isso não aconselha a ninguém que mude de religião”.
KARDEC, Allan: “Resposta dirigida aos Espíritas Lioneses por ocasião do Ano-Novo”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano V, fevereiro de 1862. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 3. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. p. 63.
# “Porque, meus Senhores, o Espiritismo não é uma religião, mas uma ciência, da qual apenas conhecemos o abecê”.
Flammarion, Camille: “O Espiritismo e a Ciência”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano XII, maio de 1869. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 1. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. p. 199.
# “A solução desta questão não toca apenas de maneira acessória o Espiritismo, que não deve preocupar-se com dogmas particulares de tal ou qual religião. Simples doutrina filosófica, não se apresenta como campeão, nem como adversário sistemático de nenhum culto, deixando a cada um a sua crença”.
KARDEC, Allan: “Caráter da Revelação Espírita”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano X, setembro de 1867. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 1. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. p. 377.

O Espiritismo é uma religião? Programa dos dias 24 e 27 de julho de 2011


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# Allan Kardec - fundador do Espiritismo, escolhido pelo Espírito de Verdade para ser o Seu intérprete na Terceira Revelação - sempre foi categórico em asseverar que o espiritismo não é uma religião, senão vejamos:

# “À primeira questão – o Espiritismo é uma religião? – respondem os espíritas: Não; o Espiritismo não é uma religião, nem pretende ser uma religião”.

KARDEC, Allan: “Carta do Sr. Dombre a um Pregador.” A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano V, Setembro de 1862. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 3. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. p. 362.

# “Quereis, a todo custo, promover o Espiritismo à categoria de uma religião! Notai que ele jamais teve essa pretensão. [...]

[...]De tanto gritarem que é uma religião, as pessoas acabarão por crer”.

KARDEC, Allan: “Dissertações Espíritas – Os mártires do Espiritismo”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano V, abril de 1862. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 3. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. p. 175.

# "Mais bem observado depois que se vulgarizou, o Espiritismo vem derramar luz sobre grande número de questões, até hoje insolúveis ou mal compreendidas. Seu verdadeiro caráter é, pois, o de uma ciência e não de uma religião".

Kardec, Allan. O Que é o Espiritismo. Capítulo I, Terceira conversação: O Padre. Tradução Albertina Escudeiro Sêco. 3. Ed. Rio de Janeiro: CELD, 2010. p. 112.

# "Eis por que, sem ser uma religião, o Espiritismo se prende essencialmente às idéias religiosas, desenvolve-as naqueles que não as possuem, fortifica-as nos que as têm incertas".

Kardec, Allan. O Que é o Espiritismo. Capítulo I, Terceira conversação: O Padre. Tradução Albertina Escudeiro Sêco. 3. Ed. Rio de Janeiro: CELD, 2010. p. 133.

# “O Espiritismo é uma Ciência ou, melhor dizendo, uma Filosofia espiritualista, que ensina a moral. “Não é uma Religião, pois não tem dogmas, nem culto, nem sacerdotes, nem artigos de fé; é mais que uma filosofia, porque sua doutrina é estabelecida sobre a prova certa da imortalidade da alma”.

KARDEC, Allan: “O Espiritismo Segundo os Espíritas”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano IX, Fevereiro de 1866. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. p. 56-7.

# “Não é uma seita política, como não se trata de uma seita religiosa; é a constatação de um fato que não pertence mais a um partido do que a eletricidade e as estradas de ferro; é, insisto, uma doutrina moral, e a moral está em todas as religiões, em todos os partidos”.

KARDEC, Allan: “Discurso do Sr. Allan Kardec”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano IV, Outubro de 1861. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. p. 437.

# “O Espiritismo, portanto, longe de ser o antagonista da religião, é o seu auxiliar; e a prova é que conduz às idéias religiosas os que as haviam repelido. Em resumo, jamais o Espiritismo aconselhou a mudança de religião, nem o sacrifício de suas crenças; não pertence particularmente a nenhuma religião, ou, melhor dizendo, está em todas elas”

KARDEC, Allan: “Discurso do Sr. Allan Kardec”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano IV, Outubro de 1861. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. p. 438.

# Pergunta: Pode-se esperar o estabelecimento de uma religião universal? Resp. – Não; não no nosso planeta, ou, pelo menos, não antes que tenha feito progressos. Por enquanto, milhares e milhares de gerações ainda não o verão.

KARDEC, Allan: “A lei de Moisés e a lei do Cristo”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano IV, março de 1861. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. p. 144-5.

# O Espiritismo é uma opinião, uma crença; mesmo que fosse uma religião, por que não se teria a liberdade de dizer que se é espírita, como se tem a de dizer que se é católico, judeu ou protestante, partidário desta ou daquela doutrina filosófica, deste ou daquele sistema econômico?

Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulo XXVIII, Preces Espíritas, item 51, Prefácio. Tradução Albertina Escudeiro Sêco. 1. Ed. Rio de Janeiro: CELD, 2008. p. 280.

# “Deixemos, pois, que os zombeteiros riam à vontade, visto ser isso que lhes apraz; fá-lo-ão à custa do espírito. Riem bastante da religião: por que não haveriam de rir do Espiritismo, que é apenas uma ciência?”

KARDEC, Allan: ”Diatribe”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano II, março de 1859. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 3. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2009. p. 102.

# “Intitulais vosso artigo: “Uma nova religião em Paris”. Admitindo que tal fosse, com efeito, o caráter do Espiritismo, aí haveria um primeiro erro, considerando-se que ele está longe de circunscrever-se a Paris. Conta milhões de aderentes espalhados nas cinco partes do mundo e Paris não foi o foco primitivo. Em segundo lugar, o Espiritismo é uma religião? Fácil é demonstrar o contrário”.

KARDEC, Allan: ”Refutação de um Artigo do ‘Univers’. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano II, maio de 1859. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 3. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2009. p. 205.

# "Quereis a todo custo que o Espiritismo seja uma seita, quando ele não aspira senão ao título de ciência moral e filosófica, respeitando todas as crenças sinceras”.

KARDEC, Allan: “A ‘Bibliografia Católica’ Contra o Espiritismo”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano IV, janeiro de 1861. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. p. 31.

# “O Espiritismo, sendo independente de qualquer forma de culto, não prescrevendo nenhum deles, não se ocupando de dogmas particulares, não é uma religião especial, pois não tem nem seus padres nem seus templos”.

Kardec, Allan. O Espiritismo em sua Expressão Mais Simples e Outros Opúsculos de Kardec. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2006. p. 36.

# “O Espiritismo vem, por sua vez, não como uma religião, mas como doutrina filosófica, trazer a sua teoria, apoiada no fato das manifestações”.

KARDEC, Allan: “Conseqüências da Doutrina da Reencarnação sobre a Propagação do Espiritismo”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano V, abril de 1862. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 3. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. p. 154.

# “Se o Espiritismo tem meios de dissipar dúvidas que a religião é incapaz de destruir, é porque oferece recursos que a religião não possui, pois, do contrário, não haveria um só incrédulo na religião católica”.

KARDEC, Allan: “Segunda Carta ao Padre Marouzeau”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano VI, setembro de 1863. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 3. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. p. 375.

# “Quem primeiro proclamou que o Espiritismo era uma religião nova, com seu culto e seus sacerdotes, senão o clero? Onde se viu, até agora, o culto e os sacerdotes do Espiritismo? Se algum dia tornar-se uma religião, é o clero que o terá provocado”.

KARDEC, Allan: “Reclamação do Abade Barricand”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano VII, julho de 1864. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. p. 270.

# “Nas reuniões espíritas, a prece predispõe ao recolhimento, à gravidade, condição indispensável, como se sabe, para as comunicações sérias. Significa dizer que devem ser transformadas em assembleias religiosas? Absolutamente. O sentimento religioso não é sinônimo de sectário de uma religião; deve-se mesmo evitar o que poderia dar às reuniões este último caráter. É com esse objetivo que temos desaprovado constantemente as preces e os símbolos litúrgicos de um culto qualquer. Não se deve esquecer que o Espiritismo tem em vista a aproximação das diversas comunhões;”

KARDEC, Allan: “Considerações Sobre a Prece no Espiritismo”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano IX, janeiro de 1866. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. p. 21.

# “O Espiritismo é uma doutrina filosófica de efeitos religiosos, como qualquer filosofia espiritualista, pelo que forçosamente vai ter às bases fundamentais de todas as religiões: Deus, a alma e a vida futura. Mas, não é uma religião constituída, visto que não tem culto, nem rito, nem templos e que, entre os seus adeptos, nenhum tomou, nem recebeu o título de sacerdote ou de sumo-sacerdote. Estes qualificativos são de pura invenção da crítica”.

KARDEC, Allan: “Ligeira Resposta aos Detratores do Espiritismo”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano XII, setembro de 1869. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 1. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. p. 359.

#  “O Espiritismo é uma doutrina moral que fortalece os sentimentos religiosos em geral e se aplica a todas as religiões; é de todas, e não pertence a nenhuma em particular. Por isso não aconselha a ninguém que mude de religião”.

KARDEC, Allan: “Resposta dirigida aos Espíritas Lioneses por ocasião do Ano-Novo”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano V, fevereiro de 1862. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 3. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. p. 63.

# “Porque, meus Senhores, o Espiritismo não é uma religião, mas uma ciência, da qual apenas conhecemos o abecê”.

Flammarion, Camille: “O Espiritismo e a Ciência”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano XII, maio de 1869. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 1. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. p. 199.

# “A solução desta questão não toca apenas de maneira acessória o Espiritismo, que não deve preocupar-se com dogmas particulares de tal ou qual religião. Simples doutrina filosófica, não se apresenta como campeão, nem como adversário sistemático de nenhum culto, deixando a cada um a sua crença”.

KARDEC, Allan: “Caráter da Revelação Espírita”. A Revista Espírita. Jornal de Estudos Psicológicos. Ano X, setembro de 1867. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 1. Ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. p. 377.

# "O Espiritismo é uma religião?"
 
Por Allan Kardec

[...] "O laço estabelecido por uma religião, seja qual for o seu objetivo, é, pois, essencialmente moral, que liga os corações, que identifica os pensamentos, as aspirações, e não somente o fato de compromissos materiais, que se rompem à vontade,  ou da realização de fórmulas que falam mais aos olhos do que ao espírito. O efeito desse laço moral é o de estabelecer entre os que ele une, como conseqüência da comunhão de vistas e de sentimentos, a fraternidade e a solidariedade, a indulgência e a benevolência mútuas. É nesse sentido que também se diz: a religião da amizade, a religião da família.

Se é assim, perguntarão, então o Espiritismo é uma religião? Ora, sim, sem dúvida, senhores! No sentido filosófico, o Espiritismo é uma religião, e nós nos vangloriamos por isto, porque é a Doutrina que funda os vínculos da fraternidade e da comunhão de pensamentos, não sobre uma simples convenção, mas sobre bases mais sólidas: as próprias leis da Natureza.
Por que, então, temos declarado que o Espiritismo não é uma religião?
Em razão de não haver senão uma palavra para exprimir duas idéias diferentes, e que, na opinião geral, a palavra religião é inseparável da de culto; porque desperta exclusivamente uma idéia de forma, que o Espiritismo não tem.
Se o Espiritismo se dissesse uma religião, o público não veria aí mais que uma nova edição, uma variante, se se quiser, dos princípios absolutos em matéria de fé; uma casta sacerdotal com seu cortejo de hierarquias, de cerimônias e de privilégios; não o separaria das idéias de misticismo e dos abusos contra os quais tantas vezes a opinião se levantou.

Não tendo o Espiritismo nenhum dos caracteres de uma religião, na acepção usual da palavra, não podia nem devia enfeitar-se com um título sobre cujo valor inevitavelmente se teria equivocado.

Eis por que simplesmente se diz: doutrina filosófica e moral.

As reuniões espíritas podem, pois, ser feitas religiosamente, isto é, com o recolhimento e o respeito que comporta a natureza grave dos assuntos de que se ocupa; pode-se mesmo, na ocasião, aí fazer preces que, em vez de serem ditas em particular, são ditas em comum, sem que, por isto, sejam tomadas por assembleias religiosas.

Não se pense que isto seja um jogo de palavras; a nuança é perfeitamente clara, e a aparente confusão não provém senão da falta de uma palavra para cada idéia.

Qual é, pois, o laço que deve existir entre os espíritas?

Eles não estão unidos entre si por nenhum contrato material, por nenhuma prática obrigatória.
Qual o sentimento no qual se deve confundir todos os pensamentos?
É um sentimento todo moral, todo espiritual, todo humanitário: o da caridade para com todos ou, em outras palavras: o amor do próximo, que compreende os vivos e os mortos, pois sabemos que os mortos sempre fazem parte da Humanidade.
A caridade é a alma do Espiritismo; ela resume todos os deveres do homem para consigo mesmo e para com os seus semelhantes, razão por que se pode dizer que não há verdadeiro espírita sem caridade.” [...]
[...] “Crer num Deus Todo-Poderoso, soberanamente justo e bom; crer na alma e em sua imortalidade; na preexistência da alma como única justificação do presente; na pluralidade das existências como meio de expiação, de reparação e de adiantamento intelectual e moral; na perfectibilidade dos seres mais imperfeitos; na felicidade crescente com a perfeição; na eqüitativa remuneração do bem e do mal, segundo o princípio: a cada um segundo as suas obras; na igualdade da justiça para todos, sem exceções, favores nem privilégios para nenhuma criatura; na duração da expiação limitada à da imperfeição; no livre-arbítrio do homem, que lhe deixa sempre a escolha entre o bem e o mal; crer na continuidade das relações entre o mundo visível e o mundo invisível; na solidariedade que religa todos os seres passados, presentes efuturos, encarnados e desencarnados; considerar a vida terrestre como transitória e uma das fases da vida do Espírito, que é eterno; aceitar corajosamente as provações, em vista de um futuro mais invejável que o presente; praticar a caridade em pensamentos, em palavras e obras na mais larga acepção do termo; esforçar-se cada dia para ser melhor que na véspera, extirpando toda imperfeição de sua alma; submeter todas as crenças ao controle do livre-exame e da razão, e nada aceitar pela fé cega; respeitar todas as crenças sinceras, por mais irracionais que nos pareçam, e não violentar a consciência de ninguém; ver, enfim, nas descobertas da Ciência, a revelação das leis da Natureza, que são as leis de Deus: eis o Credo, a religião do Espiritismo, religião que pode conciliar-se com todos os cultos, isto é, com todas as maneiras de adorar a Deus.

É o laço que deve unir todos os espíritas numa santa comunhão de pensamentos, esperando que ligue todos os homens sob a bandeira da fraternidade universal.

Com a fraternidade, filha da caridade, os homens viverão em paz e se pouparão males inumeráveis, que nascem da discórdia, por sua vez filha do orgulho, do egoísmo, da ambição, da inveja e de todas as imperfeições da Humanidade.

O Espiritismo dá aos homens tudo o que é preciso para a sua felicidade aqui na Terra, porque lhes ensina a se contentarem com o que têm.

Que os espíritas sejam, pois, os primeiros a aproveitar os benefícios que ele traz, e que inaugurem entre si o reino da harmonia, que resplandecerá nas gerações futuras.” [...]

Discurso de Allan Kardec na Sessão Anual Comemorativa do dia dos Mortos, Sociedade de Paris, 1o de novembro de 1868

Título: O Espiritismo é uma religião?

Revista Espírita: jornal de estudos psicológicos. Ano XI, dezembro de 1868. Tradução Evandro Noleto Bezerra: FEB, 2005; p. 491-5

ENCICLOPÉDIA DA BÍBLIA, organizada por John Drane


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No entanto, vocês poderão Consultar e ler a Enciclopédia da Bíblia aqui mesmo no blog!

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Bastar clicar na barra de rolagem ("setinhas") da figura abaixo, e as páginas do livro se abrirão para leitura.

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